Rolezinho, ano 2000: a memória de uma “ocupação” ao shopping Rio Sul

Rolezinho, ano 2000: a memória de uma "ocupação" ao shopping Rio Sul

O filme abaixo, dirigido por Vladimir Seixas, da Gume Filmes, é altamente esclarecedor: o “rolezinho” não é exatamente uma novidade. A ocupação de espaços cerceados – não necessariamente cerrados – é um método de busca de visibilidade por quem sente na pele o que é exclusão social.

 

“Formou-se uma barreira de segurança e não deixava eu passar”, relembra um dos participantes, que sete anos depois do evento, foi entrevistado para o vídeo. “Então começamos a gritar, porque gritando, chama a atenção, chamando a atenção, a imprensa vem. Só que eles se deram mal, porque eles pensaram que nós somos vândalos, que íamos quebrar tudo. Não, só queríamos conhecer o shopping”.

 

Conhecer e romper a barreiras reais ou imaginárias que limitam o acesso de todos ao que em tese deveria ser de todos. O shopping é um desses lugares. Mas não o único.