Aula Pública Opera Mundi: Qual o papel da economia na literatura naturalista?

"Graciliano Ramos, Jorge Amado e José Lins do Rego buscam no Naturalismo elementos para uma nova leitura da sociedade", diz Haroldo Ceravolo Sereza

No último episódio da segunda temporada da Aula Pública Opera Mundi, Haroldo Ceravolo Sereza, doutor em letras pela USP e diretor de redação de Opera Mundi, discorre sobre "Os pobres na literatura: economia no Naturalismo". "Graciliano Ramos, Jorge Amado e José Lins do Rego vão buscar na forma e na tradição naturalistas elementos para uma nova leitura da sociedade", afirma.

Clique aqui e assista à segunda temporada da Aula Pública Opera Mundi, com Franklin Martins, Gilberto Maringoni, Nalu Faria, Manolita Correia,  Roque Monteleone e Reginaldo Nasser

No primeiro bloco, Haroldo analisa "O Cortiço", obra de Aluísio Azevedo, para exemplicar como o Naturalismo trabalhou a representação das camadas populares na literatura. Assista:



No segundo bloco, Haroldo responde pergunta do professor de Língua Portuguesa da Unesp Marcelo Bulhões, sobre o "enfrentamento da linguagem" e a relação entre forma e conteúdo na literatura naturalista. "Precisamos ter cuidado para não fazer uma crítica generalista sobre problemas formais da literatura naturalista, pois, muitas vezes, a crítica estética é usada para encobrir um descontentamento com o conteúdo, que fala de pobres, mulheres e machismo", analisa.




No terceiro bloco, Haroldo responde pergunta do público presente na Unesp Bauru: "existe alguma semelhança entre a representação dos pobres no Naturalismo e a representação atual nos meios de comunicação como, por exemplo, no caso do 'rolezinho' "? Assista:

Foto:

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