Aula Pública Opera Mundi: imprensa sabe cobrir questões dos direitos humanos?

Ana Luisa Gomes, doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e curadora do prêmio Vladimir Herzog, explica como os meios de comunicação integram as dinâmicas sociais e são necessários para ajudar a dar publicidade a direitos básicos

Opera Mundi TV

Na Aula Pública, Ana Luisa Gomes explica como a mídia é importante na promoção dos direitos humanos


Comunicação é fundamental porque vocaliza, dissemina e espalha socialmente o conjunto de direitos que nos permite participar da vida do país. Com a comunicação, podemos conhecer, saber e ser cidadãos e cidadãs e, portanto, transformar nossa sociedade e a realidade em que vivemos.


Clique e faça agora uma assinatura solidária de Opera Mundi

Esta é a análise de Ana Luisa Gomes, doutora em ciências da comunicação pela ECA-USP e curadora do prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, durante a Aula Pública Opera Mundi sobre Por Que a Comunicação é Fundamental aos Direitos Humanos?

Todas as 60 aulas já exibidas: de disco voador ao futuro do petróleo

Para a especialista, não é possível dizer se a imprensa — tradicional ou alternativa —, em seu conjunto, realiza bem o trabalho de cobertura dos direitos humanos. "Por vivência própria de trabalhar como curadora de dois prêmios jornalísticos, posso afirmar que a temática dos direitos humanos tem sido pauta de grandes veículos de comunicação e também na imprensa alternativa. Ainda não é o suficiente, mas acredito que processos de discussão e conversas sobre essas novas temáticas podem contribuir para a Comunicação e a imprensa melhorarem", conclui.

Manifestantes protestam contra governo da Guatemala após incêndio em abrigo matar 37 meninas

Mundo enfrenta maior e mais grave crise humanitária desde 2ª Guerra Mundial, diz ONU

Opera Mundi e TVT gravam nova temporada da Aula Pública na PUC-SP; saiba como participar

 

Assista ao primeiro bloco da Aula Pública com Ana Luisa Gomes: por que a Comunicação é fundamental aos direitos humanos?


No segundo bloco, Ana Luisa Gomes responde perguntas do público da Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo

Documentos, como certidão de nascimento, violência policial, violência doméstica, discriminação contra a mulher, explica Ana Gomes, são exemplos significativos para entender o que é tratar direitos humanos na comunicação.

"Sendo concessões públicas, os canais de televisão e rádio pertencem ao povo e o funcionamento depende da autorização do Estado. Quando esse serviço (da mídia) não funciona bem, nossa cidadania fica comprometida. Portanto, essa é uma questão de direitos humanos também. Além disso, ter acesso à informação e se comunicar são direitos dos cidadãos. O mundo vive esse encontro de tecnologias e, a partir da convergência de vários meios audiovisuais, saber utilizar os formatos e os suportes de comunicação também é um direito humano", afirma Ana Luisa Gomes.

Leia Mais

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Outras Notícias

PUBLICIDADE
X

Assine e receba as últimas notícias

Destaques

Publicidade

Promoção 100 livros para os 100 anos da Revolução

Promoção 100 livros para os 100 anos da Revolução

Inspirada pela Revolução Russa, a Alameda Casa Editorial fez uma seleção de 100 livros com desconto de 20% e frete grátis. São livros que tratam da sociedade capitalista, do mercado de trabalho, do racismo, do pensamento marxista, das grandes depressões econômicas, enfim: do pensamento social que, direta ou indiretamente, foi influenciado pela revolução dos trabalhadores de 1917. Aproveite.

Leia Mais

O melhor da imprensa independente

PUBLICIDADE

A revista virtual
desnorteada

Mais Lidas

Últimas notícias

China mantém crescimento acima da meta anual

Expansão de 6,8% da segunda maior economia do mundo no terceiro trimestre fica ligeiramente abaixo da alta no restante do ano; presidente afirma que perspectivas são "brilhantes", mas que país enfrenta "sérios desafios"