Emmanuel Macron diz que irá trabalhar pela unidade da França e defender Europa

Presidente eleito da França - de acordo com resultado preliminar -, liberal de centro-direita disse estar disposto a ouvir 'as divisões que levaram a alguns votos extremistas'

Emmanuel Macron, eleito neste domingo (07/05) como o novo presidente da França – de acordo com os resultados preliminares divulgados após o fechamento das urnas no segundo turno – disse que irá trabalhar pela unidade do país e defender a França e a Europa em seu primeiro discurso após a vitória sobre a líder da extrema-direita Marine Le Pen.


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Em pronunciamento no comitê geral de sua campanha sem a presença de seus apoiadores, o liberal e centro-direitista, que segundo as projeções derrotou Le Pen com 65% dos votos contra 35% da adversária, afirmou que a base de seu mandato será a "regeneração da vida pública", além de prometer que trabalhará para "restabelecer os vínculos entre a Europa e os cidadãos franceses".

"Defenderei a França, seus interesses vitais e sua imagem. Assumo o compromisso diante de vocês. Defenderei a Europa. Nossa civilização, nossa maneira de sermos livres, está em jogo.

Macron disse também que, sob sua administração, a França estará na linha de frente na luta contra o terrorismo, tanto dentro do próprio país como em nível internacional, independentemente do tempo que durar esse combate.

Agência Efe

Emmanuel Macron em pronunciamento neste domingo (07/05), após divulgação de resultados preliminares do segundo turno

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Ex-ministro da Economia do ainda presidente da França, François Hollande, Macron indicou que uma nova página da longa história do país se abriu neste domingo após o segundo turno das eleições e quer que esse novo capítulo seja "da esperança e da confiança renovada".

"Brigarei com todas minhas forças contra a divisão que nos debilita e nos abate. Servirei em vosso nome, com humildade e entrega, a partir dessa noite e durante os próximos cinco anos", afirmou o presidente eleito no discurso.

Macron parabenizou Le Pen e disse estar disposto a ouvir "as divisões que levaram a alguns votos extremistas".

"Construiremos um futuro melhor", concluiu na breve declaração, na qual afirmou que será "digno" da confiança depositada em seu nome pela maioria dos franceses.

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*Com Agência Efe

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