'Os EUA não podem ser ameaçados', afirma Trump durante discurso lembrando 11 de setembro

Presidente norte-americano ressaltou que país continua 'perseguindo e destruindo selvagens que atacam pessoas civilizadas'

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Durante uma das cerimônias realizadas nesta segunda-feira (11/09) no 16º aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou de "selvagens assassinos" todos os que tentarem atacar o país e garantiu que eles serão derrotados.


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"Os EUA não podem ser ameaçados e aqueles que tentarem se unirão a uma comprida lista de inimigos derrotados que se atreveram a colocar nossa coragem em prova", indicou Trump durante um ato ocorrido no Pentágono, um dos quatro alvos dos ataques de 2001, nos quais morreram 2.977 pessoas.

O presidente destacou que as tropas americanas estão "perseguindo e destruindo" sem descanso os "selvagens que atacam pessoas civilizadas" e que se atrevem a "testar a coragem do país.

Agência Efe

Presidente Trump durante homenagens aos mortos durante os ataques do 11 de setembro


Seguindo a linha estabelecida pelo presidente, o secretário de Defesa, James Mattis, lembrou que os EUA ainda seguem lutando algumas das batalhas provocadas pela chamada Guerra ao Terror e ressaltou a importância da participação internacional nessa luta.

"Nosso exemplo de liderança motiva outras nações para permanecerem unidas diante desta ameaça contra toda a humanidade, criada por maníacos disfarçados de crentes religiosos", disse Mattis antes de passar a palavra ao presidente.

Homenagens pelo país

Trump, participou na parte da manhã de outra homenagem realizada na Casa Branca, fez um discurso de reconhecimento aos cerca de 3 mil mortos do atentado e aos membros das equipes de emergência que arriscaram suas vidas para salvar outras pessoas.


"Aqui estamos, neste momento, com corações um tanto tristes como decididos a honrar cada herói que nos mantém seguros e livres", ressaltou Trump na presença de 300 pessoas que foram ao ato, entre familiares, vítimas, membros das Forças Armadas e do Pentágono.

Além das duas aeronaves que atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center de Nova York e uma terceira que acertou o Pentágono, um quarto avião caiu no estado da Pensilvânia depois dos passageiros resistirem e tentarem retomar o controle do voo dos terroristas.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, foi até a cidade de Shanksville, onde o avião caiu, para fazer uma homenagem à tripulação e aos passageiros mortos no voo 93 da United Airlines.

 

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"Foram os 12 minutos mais longos da minha vida, mas depois isso aumentou e foram 13, depois 14. E por fim nos informaram que um avião tinha caído na Pensilvânia", disse Pence, visivelmente emocionado ao se lembrar dos incidentes de 11 de setembro de 2001.

"Nós honramos as vítimas garantindo que estamos fazendo tudo que está no nosso poder, como nação, para evitar que semelhante mal volte a ocorrer em nossas terras", completou o vice-presidente.

Em Nova York, principal palco dos ataques realizados pela Al Qaeda, era possível ouvir seis badaladas, uma para cada um dos atentados e duas outras para lembrar o momento exato que cada uma das Torres Gêmeas caiu por causa dos danos provocados pelo impacto dos aviões usados pelos terroristas.

*Com informações da EFE

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