Franceses fazem greve geral contra reforma trabalhista de Emmanuel Macron

Proposta do governo francês apresenta medidas que facilitam demissão e geram mais flexibilidade às contratações; nova mobilização está convocada para 21 de setembro

Vários sindicatos, liderados pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), organizam nesta terça-feira (12/09) greve geral e manifestações contra a reforma trabalhista apresentada pelo presidente da França, Emmanuel Macron. Governo francês quer aprovar a reforma no próximo dia 22 e aplicar as medidas imediatamente.


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A greve desta terça-feira durará 24 horas e afetará os serviços de transporte, energia e saúde. De acordo com pesquisas de opinião divulgadas na segunda-feira (11/09), metade dos franceses considera a paralisação "justificável". Mesmo com a oposição, Macron anunciou que não desistirá do projeto. "Estou determinado e não cederei. Nem aos preguiçosos, nem aos cínicos, nem aos extremistas", disse.
 

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O texto apresentado por Macron prevê medidas que facilitam as demissões, estabelecem um teto para indenizações e dão maior flexibilidade às contratações. Também há a possibilidade de sobrepor as negociações individuais aos acordos coletivos para empresas com até 50 funcionários.

Agência Efe

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Outra greve geral já tem data marcada para o dia 21 de setembro. As vésperas de Macron apresentar a reforma trabalhista, chamada de "Loi Travail" (Lei do Trabalho, em francês) ao Conselho de Ministros.

*Com informações da EFE e ANSA.

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