Premiê espanhol ignora referendo e diz que convocará forças políticas para discutir futuro do país

Para o atual chefe de governo, governo catalão, ao realizar votação sobre a independência da região, agiu contra convivência democrática

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Atualizada às 20h04

O presidente do Governo da Espanha, Mariano Rajoy, anunciou neste domingo que convocará as forças representadas no Parlamento para uma reflexão conjunta sobre o futuro do país e defendeu o restabelecimento da normalidade institucional.


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Em declarações à imprensa após a votação independentista realizada na região da Catalunha, Rajoy disse que "não houve um referendo" e que todos os espanhóis constataram que o Estado de Direito se mantém forte e vigente.

O chefe de governo afirmou que o processo de demandas políticas não passa pela "quebra da legalidade" e responsabilizou o governo autonômico catalão, promotor da iniciativa, de ter agido contra a convivência democrática.

O referendo foi convocado no início de setembro pelo Executivo catalão e suspenso imediatamente pelo Tribunal Constitucional.

Agência Efe

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Mariano Rajoy elogioou o trabalho dos juízes, procuradores, da Polícia e da Guarda Civil, que reprimiram duramente eleitores catalães. O premiê direitista também agradeceu o apoio da União Europeia e da comunidade internacional ao que considerou um ataque grave à legalidade.

Sem citar diretamente os incidentes registrados por conta da atuação policial, Rajoy ressaltou que os responsáveis seriam os que "promoveram a ruptura da legalidade e da convivência". "Hoje prevaleceu a democracia, porque a Constituição foi cumprida", acrescentou, chamando ainda a votação de "mera encenação".

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