Aula Pública Opera Mundi: qual a influência da comunicação nos fluxos migratórios?

Denise Cogo, doutora em comunicação e professora da ESPM, discute a relação entre as tecnologias digitais e as migrações no mundo

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Na Aula Pública, Denise Cogo explica a inter-relação entre comunicação e migrações


A busca por uma nova vida e questões socioculturais impulsionam a migração ao redor do mundo. São milhares de pessoas que, cotidianamente, procuram alternativas para superar a pobreza e a desigualdade. Neste contexto, a comunicação passou a ocupar papel decisivo nos fluxos migratórios. Com as redes digitais, migrantes passaram a trocar informações sobre questões jurídicas e dos direitos humanos. Diversos grupos étnicos criaram redes de solidariedade e bucam soluções conjuntas. Como, portanto, podemos analisar a inter-relação entre comunicação e os fluxos migratórios?


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Esta é a indagação que Denise Cogo, doutora em comunicação (USP) e professora da ESPM, responde na Aula Pública Opera Mundi. Para a especialista, grande parte das representações e das experiências que conhecemos dos imigrantes chega pela mídia.

"A mídia é mediadora das relações. Logo, as ideias e as percepções sobre a imigração chegam através dos meios de comunicação. Não só o cotidiano, mas até a forma como pensamos nos imigrantes depende do enquadramento que a mídia nos posiciona", explica Denise.

Assista ao primeiro bloco da Aula Pública com Denise Cogo: qual a influência da comunicação nos fluxos migratórios?

 

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No segundo bloco, a professora Denise Cogo responde perguntas do público da FIAMFAAM.


O imigrante não é só um sujeito econômico, mas, explica Cogo, um sujeito sociocultural. Portanto, a comunicação integra a trajetória das migrações dentro de um processo histórico. "Desde o planejamento e o estudo das políticas migratórias para o país de destino até o contato com amigos e familiares, o encontro dos fluxos migratórios com as tecnologias digitais traz novas perspectivas para os sujeitos. Também abre-se a possibilidade para que, com um celular na mão, os próprios imigrantes possam narrar suas histórias, construindo novos caminhos", analisa.

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