Estados Unidos: Mais de 50 deputadas pedem inquérito contra Trump por assédio sexual

Na segunda (11/12), três mulheres que acusaram Donald Trump durante a campanha presidencial exigiram que o Congresso investigue o comportamento do magnata

Esteja sempre bem informado
Receba todos os dias as principais notícias de Opera Mundi

Receba informações de Opera Mundi

Mais de 50 deputadas democratas do Congresso dos Estados Unidos pediram nesta terça-feira (12/12) que um inquérito seja aberto para investigar as acusações de assédio sexual feitas contra o presidente Donald Trump.


Clique e faça agora uma assinatura solidária de Opera Mundi

Na segunda (11/12), três mulheres que acusam Trump exigiram que o Congresso investigue o comportamento do magnata. "Pelo menos 17 mulheres acusaram publicamente o presidente de comportamento impróprio. Não podemos ignorá-los", diz a carta das deputadas enviada ao Comitê de Supervisão da Câmara. No total, 54 congressistas, entre eles dois homens, apoiaram o pedido das denunciantes para a instalação de uma investigação.

Além disso, diversos políticos pediram a renúncia do chefe de Estado.

Por sua vez, a Casa Branca rejeitou ontem os pedidos de investigação no Congresso sobre as acusações de que o magnata assediou sexualmente várias mulheres, alegando que o povo norte-americano já se manifestou sobre a questão quando o elegeu presidente.

Trump e Putin se reúnem na Finlândia e prometem melhorar relações entre EUA e Rússia

Arqueólogos encontram o trecho mais antigo de 'Odisseia' na Grécia

Copa na Rússia registrou 45 casos de assédio, revela ONG

 

Gage Skidmore/Flickr CC

Deputadas pediram abertura de inquérito contra Trump

"Essas declarações falsas, totalmente questionadas na maioria dos casos por testemunhas oculares, foram tratadas extensivamente durante a campanha do ano passado, e o povo americano expressou sua opinião ao conceder [ao presidente] uma vitória decisiva", declarou um porta-voz da Casa Branca.

Rachel Crooks, Jessica Leeds e Samantha Holvey, que já denunciaram Trump durante a campanha presidencial no ano passado, pedem que o mandatário seja responsabilizado por suas ações.

Contrariando a Casa Branca, a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Nikki Haley, declarou que qualquer mulher que alegue ser vítima de assédio sexual "deve ser ouvida".

Nas últimas semanas, acusações de assédio e abuso sexual acabaram com as carreiras do produtor de cinema Harvey Weinstein, dos jornalistas veteranos Charlie Rose e Matt Lauer e do senador da oposição Al Franken.

Em relação a Trump, os depoimentos das mulheres voltaram a ganhar força com um novo documentário feito sobre as acusações contra o republicano.

Leia Mais

Outras Notícias

X

Assine e receba as últimas notícias

Receba informações de Opera Mundi

Destaques

Publicidade

Faça uma pós agora!

Faça uma pós agora!

A leitura literária é um fator importante na construção de relações humanas mais justas. Do mesmo modo, a formação de leitores críticos é imprescindível para a constituição de uma sociedade democrática.

Por isso, torna-se cada vez mais urgente a abertura de novos e arejados espaços de interlocução qualificada entre os sujeitos que atuam nesse processo, em diversos contextos sociais.

A proposta do curso é proporcionar, por meio de discussões abrangentes e aprofundadas sobre a formação do leitor literário, uma reflexão ancorada principalmente em três áreas do conhecimento: a teoria literária, a mediação da leitura e a crítica especializada.

Leia Mais

A revista virtual
desnorteada

O melhor da imprensa independente

Mais Lidas

Últimas notícias

'Não podemos mais confiar na Casa Branca'

Ministro do Exterior da Alemanha reage às declarações de Trump, que descreveu a UE como um 'inimigo' dos EUA no comércio. Heiko Maas convoca uma Europa 'unida e soberana' para preservar a parceria com Washington

 

'Trump me disse para processar a UE', afirma May

Após presidente dos EUA declarar que primeira-ministra do Reino Unido ignorou conselho dele sobre o Brexit, líder britânica revela qual foi a sugestão do americano: não entrar em negociações com a União Europeia