Agências internacionais de notícias publicam 'mentiras' sobre Venezuela, diz Maduro

Presidente afirmou que, 'no ano passado, publicaram 3.880 notícias negativas' contra o país latino; Venezuela só recebe da imprensa 'chumbo, chumbo, chumbo', disse mandatário

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Em um discurso realizado durante encontro de profissionais de saúde da Venezuela nesta terça-feira (09/01), o presidente Nicolás Maduro afirmou que agências internacionais de notícias publicam "mentiras" sobre seu governo.


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"A ofensiva mundial, através dos meios [de comunicação], foi contra a Venezuela. No ano passado, publicaram 3.880 notícias negativas. As agências de notícias que encabeçam a campanha mundial contra a Venezuela são: Reuters, do Reino Unido, com 60% de notícias negativas, a agência AP (Associeted Press), dos Estados Unidos, a agência AFP (France Presse), da França, e a agência Efe, da Espanha".

Maduro afirmou que, a nível mundial, o país só recebe da imprensa "chumbo, chumbo, chumbo".

Reprodução

Venezuela só recebe da imprensa 'chumbo, chumbo, chumbo', disse mandatário

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Sobre o conteúdo das notícias negativas contra seu governo, o presidente deu um exemplo de "uma reportagem da televisão italiana sobre a situação sanitária da Venezuela". Segundo ele, a matéria era "cheia de mentiras, que fazem parte da campanha mundial que dirigem de Washington para justificar uma intervenção externa com essa suposta crise humanitária".

"A reportagem é uma imundice, parte de uma campanha nojenta, que ignora a realidade da saúde venezuelana e o fato de milhares de colombianos se tratarem na Venezuela, pois os hospitais de lá são todos particulares", disse.

Do total de 3.880 notícias negativas, 1.860 foram feitas durante os protestos violentos (guarimbas) de setores da oposição, ocorridos entre abril e julho do ano passado. Ele usou como base um estudo feito pelo Ministério de Relações Exteriores do país, na semana passada, sobre a imagem da Venezuela na grande mídia. No ranking, aparecem a Reuters, com 60% de notícias negativas, seguida pela AP, com 31%, e a AFP, com 9%.

(*) Com teleSUR

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