FBI não encontra provas de suposto 'ataque sônico' contra embaixada dos EUA em Cuba

Órgão norte-americano testou hipóteses audíveis, ultrassônicas e infrassônicas, porém não foram encontradas evidências deste suposto ataque

Esteja sempre bem informado
Receba todos os dias as principais notícias de Opera Mundi

Receba informações de Opera Mundi

O FBI (Federal Bureau of Investigation) não encontrou provas de que tenha ocorrido um ataque sônico contra a embaixada dos Estados Unidos em Havana. Segundo comunicado do órgão, divulgado pela agência de notícias Associeted Press nesta terça-feira (09/01), não foi encontrada evidência alguma de qualquer tipo de ataque contra o corpo diplomático norte-americano.


Clique e faça agora uma assinatura solidária de Opera Mundi

De acordo com a agência, o FBI testou uma série de hipóteses, entre ondas audíveis, ultrassônicas e infrassônicas. Porém, não encontrou nenhuma evidência de que elas pudessem ter sido utilizadas para ferir funcionários da embaixada norte-americana.

O "ataque", que, segundo o governo dos EUA, teria acontecido em em agosto de 2017, gerou a saída de 16 funcionários do país que alegaram terem sido vítimas. Eles descreveram sintomas como perda de audição, náuseas e perda de equilíbrio. 

Wikicommons

Órgão norte-americano testou hipóteses audíveis, ultrassônicas e infrassônicas, porém não foram encontradas evidências do ataque

Peru: Alberto Fujimori deixa hospital após receber indulto de PPK

Frio intenso leva caos à costa leste dos EUA

Conselho de Estado de Cuba marca para 11 de março eleições para Assembleia Nacional

 

À época, especialistas já haviam se posicionado contra as teorias de que algum tipo de ataque tivesse ocorrido em Havana. Em matéria publicada em setembro, o New York Times trouxe a opinião de físicos e de profissionais de outras áreas da ciência,  que questionavam as hipóteses de uma ofensiva contra a embaixada norte-americana.

Entrevistado pela AP, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, disse que enviar novamente norte-americanos à Havana é colocoar "pessoas intencionalmente em perigo". O representante diplomático diz que "ainda" acredita "que o governo cubano ou alguém de dentro do governo cubano pode colocar um fim nisso".

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Outras Notícias

PUBLICIDADE
X

Assine e receba as últimas notícias

Receba informações de Opera Mundi

Destaques

O melhor da imprensa independente

PUBLICIDADE

A revista virtual
desnorteada

Mais Lidas

Últimas notícias