Gregos protestam contra uso do nome Macedônia

No ato estavam presentes o líder do partido neonazista Aurota Dourada, Nikolaos Mijaloliakos, junto com sua equipe; medida é rejeitada desde 1991 por ser parte da herança cultural

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Milhares de cidadãos tomaram às ruas de Atenas neste domingo (04/02) para exigir que o governo da Grécia não aceite nas negociações com a República da Macedônia que seu nome definitivo inclua o termo "Macedônia".


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Sob o grito de "A Macedônia é a Grécia, a Grécia é a Macedônia", "Tirem as mãos da Macedônia" e "A Grécia unida jamais será vencida", os manifestantes protestaram contra qualquer solução da disputa com o governo de Skopje que inclua o termo "Macedônia", nome considerado exclusivo da região do norte da Grécia, cuja capital é Salonica.

De acordo com uma pesquisa recente feita para o canal de televisão "Action 2", 53% dos gregos discordam da medida, um compromisso que o governo de esquerda de Alexis Tsipras e o novo primeiro macedônio socialdemocrata, Zoran Zaev, parecem estar dispostos a negociar. Apenas cerca de 35% dos gregos dizem que não se incomodariam.

Reprodução

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A Grécia rejeita o uso de seu nome institucional desde que a Antiga República Iugoslava da Macedônia proclamou sua independência em 1991. O principal argumento é que esse qualificativo faz parte da herança cultural grega, além do temor que o país vizinho apresente reivindicações territoriais.

No ato também estavam presentes o líder do partido neonazista Aurota Dourada, Nikolaos Mijaloliakos, junto com sua equipe; o ex-primeiro-ministro conservador Andonis Samaras; o vice-presidente da oposição, Adonis Yeoryiadis, além de diversos bispos e prefeitos.

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