Justiça nega novo recurso de Assange contra mandado de prisão

Fundador do WikiLeaks é alvo de ordem de captura no Reino Unido

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A Corte de Magistrados de Westminster, em Londres, rejeitou nesta terça-feira (13/02) um novo recurso apresentado pelo fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para anular o mandado de prisão contra ele no Reino Unido.


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A ordem de captura está em vigor desde o fim de 2012, por conta do processo contra Assange na Suécia por dois supostos casos de abuso sexual. No último dia 6 de fevereiro, o tribunal já havia negado um primeiro recurso.

Assange se refugiou em junho de 2012 na embaixada do Equador, em Knightsbridge, para evitar a extradição para a Suécia. Em dezembro deste ano, ele recebeu a nacionalidade equatoriana.

Nesta terça, a Corte se expressou em favor da manutenção do mandado de prisão e considerou que ela não "fere o interesse público". Com isso, rejeita um dos argumentos defensivos apresentados pelos advogados de defesa, que afirmam que o pedido é uma maneira de extraditá-lo para os Estados Unidos, já que ele vazou dezenas de milhares de documentos secretos em sua plataforma.

Flickr/David G Silvers

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Justiça nega recurso de Assange contra mandado de prisão

 

O Ministério Público sueco arquivou o caso em maio de 2017, mas na semana passada a juíza Emma Arbuthnot decidiu que o pedido de detenção ainda era válido do ponto de vista jurídico, porque essa decisão foi proferida depois que Assange violou as condições de sua liberdade sob fiança.

"Considero que a prisão é uma resposta proporcional, mesmo que Assange restrinja sua própria liberdade há vários anos", acrescentou Arbuthnot.

No Twitter, Assange enfatizou que teoricamente "já cumpriu mais de três vezes a pena máxima" de escapar da justiça. 

 
 
 

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