Trump se contradiz ao negar apoio a armas para professores

Apesar de afirmar que não disse que defendia dar munições a docentes, presidente dos EUA diz, logo em seguida, que avalia dá-las a professores "adeptos às armas"

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta quinta-feira (22/02) que tenha sugerido armar professores para evitar novos tiroteios em escolas do país, durante um encontro com alunos e familiares de vítimas de massacres.


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Em sua página no Twitter, o republicano acusou as redes CNN e NBC de inventarem a história. "Eu nunca disse 'dar armas para os professores', como foi publicado pela CNN e pela NBC", escreveu o mandatário norte-americano.

No entanto, no mesmo tuíte, o próprio Trump contradiz o que acabara de escrever. "O que eu disse foi para avaliar a possibilidade de dar armas escondidas para professores adeptos das armas com experiência de treinamento especial ou militar", acrescentou.

Segundo Trump, apenas os "melhores" poderiam andar armados nas escolas. "20% dos professores agora seriam capazes de reagir imediatamente se um psicopata selvagem entrasse em uma escola com más intenções", disse.

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O presidente ressaltou que docentes "altamente treinados" serviriam para dissuadir "covardes", a um custo muito menor do que policiais. "Uma escola livre de armas é um ímã para pessoas más. Os ataques acabariam!", insistiu.

Na última quarta-feira (21/02), Trump recebera na Casa Branca alunos e familiares das vítimas dos massacres em Parkland (2018), Sandy Hook (2012) e Columbine (1999) para discutir formas de evitar novos tiroteios.

O presidente ouviu os pleitos dos estudantes e se mostrou favorável a um maior controle de antecedentes na venda de armas. Por outro lado, afirmou que uma solução seria armar professores e diretores de colégios.

Reprodução

Trump se encontrou nesta quarta-feira com vítimas de massacres em escolas

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