Dia da Mulher tem marchas e protestos pelo mundo

Deutsche Welle
Manifestações em vários países pedem igualdade de direitos e fim da violência e do assédio sexual; no Brasil, haverá protestos em capitais, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro

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Organizações de defesa da igualdade de gênero e sindicatos convocaram marchas, protestos e greves em vários países nesta quinta-feira (08/03) em defesa da equidade de oportunidades e salários e contra a violência contra as mulheres.


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No Brasil, haverá manifestações em vária capitais, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife. Em São Paulo, a manifestação será na Avenida Paulista e, no Rio, na Candelária. Em Porto Alegre, ato convocado por entidades de esquerda terá a participação da ex-presidente Dilma Rousseff, destituída do cargo em 2016.

Na Espanha, o Dia Internacional da Mulher deve ser marcado por uma série de greves parciais e manifestações em muitas cidades em favor de uma efetiva igualdade em relação aos homens.

Mais de 300 trens foram cancelados em todo o país no início da manhã desta quinta-feira. O Ministério dos Transportes, que controla a empresa ferroviária Renfe, estimou que apenas 65% do serviço está assegurado. O metrô de Madri também será afetado pelas paralisações.

As duas maiores centrais sindicais espanholas, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e as Comissões Obreras (CCOO), que inicialmente convocaram uma greve geral, acabaram por defender uma parada de duas horas durante o trabalho.

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Além disso, várias associações feministas convidaram as mulheres a renunciarem à realização de tarefas domésticas neste dia. A atriz Penélope Cruz apoiou a manifestação e cancelou sua agenda nesta quinta-feira, além de anunciar que fará greve doméstica, deixando os dois filhos aos cuidados exclusivos do parceiro, o ator Javier Bardem.

Haverá manifestações em todo o país, e a maior está programada para o centro da capital, Madri, na tarde desta quinta-feira.

Na Argentina, o principal ato será em Buenos Aires, onde uma manifestação de organizações feministas e da sociedade civil e partidos políticos partirá da Plaza de Mayo até o Parlamento, percorrendo cerca de 1,3 quilômetro. Também haverá marchas em outras grandes cidades, como Rosario, Córdoba, La Plata e Mendoza.

No México, grupos de direitos humanos e sindicatos convocaram uma paralisação de mulheres por 16 horas para exigir igualdade salarial e o fim da violência e do assédio sexual no país. Marchas deverão aconecer em diversas cidades do país.

No Chile, os protestos foram convocados por organizações de defesa dos direitos das mulheres e entidades estudantis. A principal manifestação deverá ocorrer em Santiago.

Na Índia, centenas de mulheres saíram às ruas para protestar contra a violência doméstica, crimes sexuais e a discriminação no mercado de trabalho. A violência contra as mulheres continua em alta na Índia, apesar de novas leis mais severas.

Também na Coreia do Sul, centenas de mulheres – muitas delas vestindo preto – manifestaram-se em apoio ao movimento #MeToo. Reunidas no centro de Seul, elas pediram que os responsáveis por crimes sexuais sejam levados à Justiça e que haja igualdade de salários entre homens e mulheres.

AS/dpa/afp/efe

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