Pela primeira vez, Assembleia Geral da ONU será presidida por mulher latino-americana

Chanceler do Equador, Maria Fernanda Espinosa irá comandar Assembleia Geral a partir de setembro; diplomata põe questão palestina no centro de sua agenda

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A chanceler do Equador, Maria Fernanda Espinosa, será a primeira mulher latino-americana a assumir a presidência da Assembleia Geral da ONU, em setembro.


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Desde já, ela vislumbra os desafios do 73º período de sessões. Em entrevista, disse que será o período de implementação das primeiras reformas promovidas pelo secretário-geral Antonio Guterres. “Devemos dizer ao mundo que somos uma organização responsável”, afirmou.

Espinosa considera que este processo de reformas supõe um desafio, perante o qual expressou o compromisso de trabalhar junto aos Estados membros.

A questão palestina é um tema que a diplomata equatoriana coloca no centro de sua agenda, sobretudo no atual momento em que Israel intensifica seus ataques contra a nação árabe.

Espinosa manifestou seu grande empenho na luta pela igualdade de gênero, o respeito aos direitos das mulheres e especialmente em defesa das que são vítimas em conflitos armados.

O Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular, o Pacto Mundial para os Refugiados, a Agenda 2030, o combate às desigualdades, o financiamento para o desenvolvimento e a ação climática três anos depois do Acordo de Paris, figuram também entre suas prioridades.

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Loey Felipe/ONU

Maria Fernanda Espinosa foi eleita presidente da Assembleia Geral da ONU

Quando Maria Fernanda Espinosa assumir a presidência da Assembleia Geral da ONU no próximo mês de setembro, ela será a primeira mulher latino-americana e a quarta mulher a ocupar o posto.

A chanceler equatoriana conseguiu o apoio de 128 Estados membros que votaram a seu favor, apenas três meses depois de anunciar sua candidatura, o que gerou muitas fricções com Honduras, que havia lançado a sua candidata muito tempo antes.

Esta eleição é considerada histórica porque pela primeira vez duas mulheres latino-americanas foram candidatas a ocupar a presidência do maior organismo das Nações Unidas.

A chanceler equatoriana tem mais de 20 anos de experiência internacional em temas multilaterais, integração, segurança e defesa, direitos humanos, mudança climática, direitos dos povos e nacionalidades indígenas.

Durante sua gestão como chanceler do Equador incluiu temas como a defesa dos direitos humanos e da natureza, a cooperação internacional e a diversificação das relações internacionais.

Ela foi a primeira mulher embaixadora do seu país perante as Nações Unidas em Nova York e também exerceu esse posto em Genebra. Ela também foi ministra coordenadora do Patrimônio Cultural e Natural e ministra da Defesa Nacional.

(*) Publicado em Resistencia.cc

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