Coreias do Sul e do Norte marcam reunião para discutir sobre famílias separadas na guerra

Governos das duas Coreias agendaram uma rodada de negociações para discutir o tema entre os dias 20 e 26 de agosto

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Seul e Pyongyang se preparam para reunir cerca de 100 famílias separadas pela Guerra das Coreias (1950-1953). Os governos das duas Coreias agendaram uma rodada de negociações para discutir o tema entre os dias 20 e 26 de agosto, na zona turística do Monte Kumgang, um enclave norte-coreano.


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De acordo com a agência Yonhap, as negociações envolverão 100 famílias e foram possíveis graças a um acordo entre a Cruz Vermelha dos dois países.

Em abril, o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e Kim se reuniram na zona desmilitarizada de Panmunjom, no primeiro encontro entre os líderes dos dois países em mais de uma década. Os dois países estão, ainda, tecnicamente em guerra, já que somente um armistício havia sido assinado em 1953. Eles se comprometeram a assinar um acordo de paz definitivo.

“Durante este ano que marca o 65º aniversário do armistício, Coreias do Sul e do Norte concordaram em buscar ativamente reuniões trilaterais envolvendo as duas Coreias e os Estados Unidos, ou encontros quadrilaterais envolvendo as duas Coreias, os Estados Unidos e a China, com o objetivo de declarar o fim da guerra, transformando o armistício em um tratado de paz e estabelecendo um regime de paz sólido e permanente”, diz o documento assinado pelos dois.

"Estamos há muito tempo esperando e, agora, percebemos que somos uma nação, que somos próximos", afirmou Kim, ao comentar a assinatura da declaração conjunta. "Estamos ligados pelo sangue e nossos compatriotas não podem viver separados", acrescentou, na época.

Divulgação/Korea.net

Kim Jong-un (esq.) e Moon Jae-in se encontraram, em abril, na fronteira entre Sul e Norte

(*) Com Ansa

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