Opera Mundi: Quem somos

Opera Mundi é um veículo especializado em política internacional, política externa e economia, numa perspectiva global. O projeto teve início em 2008, quando os editores do site Última Instância avaliaram que faltava no país um veículo capaz de noticiar e analisar os fatos do mundo a partir de uma perspectiva crítica e brasileira.

O projeto foi ao ar em 2009 e apresentou, em 2010, um enorme crescimento e reconhecimento do público da proposta. Trata-se de um projeto único no mercado, que traz uma nova visão para fatos e tendências do cenário internacional.

Desde o início do projeto, Opera Mundi se destacou por apostar em reportagens especiais aprofundadas sobre os países da América. Argentina, Uruguai, Venezuela, Paraguai, México, Equador, Bolívia, Colômbia, Estados Unidos, Canadá. O Opera Mundi assina e utiliza criticamente os serviços especializados em América Latina das agências EFE, Ansa, Telesur e Prensa Latina. Em São Paulo, uma equipe de jornalistas com passagens por importantes veículos de comunicação (UOL, Folha, Estado, Jornal do Brasil, Editora Abril, Teoria e Debate, Atenção!) organiza a pauta e a edição destes materiais. Nenhum outro veículo de comunicação brasileiro acompanha tão de perto o que ocorre na América Latina quanto o Opera Mundi.

Mas não apenas isso. Opera Mundi é hoje, provavelmente, o veículo com o maior número de colaboradores internacionais ativos da imprensa brasileira. Jornalistas experientes situados em países tão diferentes quanto Rússia e Uruguai, Colômbia e Suécia, França e Portugal, entre outros, escrevem regularmente para o site. Com isso, o Opera Mundi tornou-se uma referência num mercado marcado pela reprodução acrítica de releases despachados pelas grandes agências de notícias internacionais.

O Opera Mundi destacou-se pela cobertura dos principais eventos sociais e políticos da América Latina. Ainda em 2009, Opera Mundi cobriu em Honduras o golpe contra o governo Zelaya e acompanhou o retorno do presidente deposto ao país, até que ele encontrasse refúgio na embaixada brasileira.

Em janeiro de 2010, outro fato marcante para o continente americano, o terremoto do Haiti, recebeu um tratamento especial no Opera Mundi. O site buscou mostrar, por meio de reportagens especiais, como o processo histórico do país, que se rebelou contra uma colonização agressiva e escravista, explica a tragédia humanitária que se seguiu ao episódio tanto ou mais que o fato natural e imprevisível de um tremor de terras.

Opera Mundi cobriu também, com correspondente e/ou enviados especiais, a tentativa de golpe no Equador, o referendo e as eleições legislativas na Venezuela, as eleições presidenciais na Colômbia e seus efeitos para a distensão da América do Sul e as eleições presidenciais no Uruguai. Também produziu reportagens especiais sobre a greve de fome dos índios mapuche no Chile e o resgate dos mineiros soterrados.

Mas o mundo não é só América Latina: o Opera Mundi foi o primeiro site do planeta a noticiar que Brasil, Irã e Turquia haviam chegado a um acordo sobre o manejo de combustível nuclear. Também produziu uma série de reportagens especiais sobre os efeitos da crise econômica mundial dos países mais frágeis da União Europeia, como Portugal e Irlanda. E foi ao Vietnã acompanhar de perto as comemorações relativas aos 35 anos da vitória do país na guerra contra os Estados Unidos.

Durante a campanha eleitoral brasileira, Opera Mundi mostrou que alguns temas que pareciam locais, como a regulação da mídia e o aborto, deviam ser compreendidos e debatidos a partir de uma perspectiva mais ampla. Por meio de reportagens especiais, Opera Mundi mostrou que há variadas formas de regular a mídia no mundo, e que o Brasil já é hoje um dos países mais conservadores na questão do aborto.

Por fim, vale destacar a cobertura que o Opera Mundi deu ao Wikileaks. O site, muito antes do grande derrame de documentos ocorrido no início de dezembro de 2010, vem noticiando e publicando análises sobre a organização. Quando o vazamento começou, nada mais natural que o Opera Mundi cobrisse com agilidade e viés crítico o que o site tornou público. Além disso, trouxe artigos exclusivos sobre a organização interna do Wikileaks e uma entrevista exclusiva com o seu principal líder, Julian Assange, antes de sua prisão, em Londres. A redação continuará atenta a essa nova forma de fazer jornalismo, mais democrática e colaborativa, até porque esta é uma das políticas do site.

Um bom exemplo disso ocorreu quando as forças militares de Israel atacaram a Flotilha da Liberdade, que procurava levar ajuda a palestinos sitiados na Faixa de Gaza. O Opera Mundi foi o primeiro site a divulgar uma carta aberta escrita pela cineasta brasileira que integrava o grupo atacado – carta que foi reproduzida livremente por diferentes sites de notícias, blogs pessoais e fóruns de discussão de língua portuguesa.

Quando o assunto é análise, o Opera Mundi conta com textos próprios, mas também com uma rede solidária que tem feito da internet o palco da nova política e da nova comunicação. Opera Mundi reproduz com regularidade artigos originalmente publicados em veículos de grande repercussão nacional e internacial – entre eles, a revista The Nation, o jornal Le Monde Diplomatique Brasil, o site Counterpunch, entre tantos outros. O conteúdo do Opera Mundi também é frequentemente reproduzido por sites brasileiros e internacionais, como Carta Capital, Rebelión, Carta Maior, Vermelho, Diário Liberdade (Galícia), entre tantos outros, que reconhecem no site uma fonte confiável de informação e análise.

Em abril de 2010, o Opera Mundi tornou-se parceiro do UOL para assuntos internacionais. O crescimento da audiência e a consolidação da audiência própria mostram com a produção tem sido reconhecida por outros veículos de comunicação e pelo público.

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