Mãe de britânico morto por gangue arrecada fundos para ajudar assassinos

O filho de Fatemah Golmakani tinha 22 anos quando foi esfaqueado por quatro homens, com idades entre 19 e 17 anos

A mãe de um jovem britânico que foi morto por membros de uma gangue no último mês de abril afirmou que venderá seus próprios bens para ajudar os assassinos do filho a terem uma vida melhor. As informações são do jornal britânico Daily Mirror.

Reprodução/Daily Mirror

O filho de Fatemah foi esfaqueado por quatro homens

Fatemah Golmakani, uma iraniana que desembarcou há 18 anos em Londres, afirmou que a “caridade será um presente aos assassinos. Isso [o ato] dirá a eles: ‘Vocês arruinaram suas vidas, a minha e a do meu filho, mas se nada mais pode ser feito, pelo menos isso poderá ajudar outros como vocês’”, afirmou em entrevista ao diário britânico.

O filho de Fatemah, Milad, tinha 22 anos quando foi esfaqueado por quatro homens, com idades entre 19 e 17 anos. A polícia acredita que o assassinato foi motivado por uma briga entre gangues locais. Os jovens foram condenados a penas que vão de 19 a 22 anos de prisão.

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“O que esses homens não percebem é que quando eles mataram meu filho, todas as suas esperanças e seus sonhos foram enterrados junto com ele”, afirmou Fatemah, que chegou a sofrer palpitações no peito durante o julgamento dos acusados.

Apesar da raiva que contou sentir até pouco tempo atrás, a iraniana afirmou que deseja abraçar e beijar os homens que mataram Milad e dizer que alguém os ama. “Eu quero substituir suas facas e armas por flores. Quero trazer a humanidade desses homens de volta mesmo que meu filho tenha morrido”, completou.

Para fazer o que deseja, Fatemah afirmou que venderá um par de brincos de diamantes que lhe foi dado por sua tataravó e um lustre de cristal que pertence à sua família há mais de 200 anos. Com o dinheiro que será arrecadado, a iraniana deseja levar os responsáveis pela morte de seu filho a “viagens pela Europa, se alimentar bem, usar boas roupas, mostrar a eles o que realmente é viver”, afirmou.

“Estive pensando bastante e não posso trazer meu filho de volta, mas posso desmascarar os assassinos. Eu quero tirar as máscaras que fazem com que se pareçam com assassinos e dizer ‘Não, olhe, esse não é você, você te essa outra face por baixo’”, completou.

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