Sindicatos formam frente comum contra reforma trabalhista no México

Dirigentes sindicais argumentam que, caso sancionada, a reforma abrirá caminhos para o emprego informal

Prensa Latina
Cerca de 200 sindicatos se reuniram nesta sexta-feira (26/10) em torno de uma frente comum contra o projeto de reforma trabalhista em análise no Congresso mexicano.

Diretores do Congresso do Trabalho, da União Nacional de Trabalhadores, da Frente Sindical Mexicana e do Congresso Trabalhista do Estado do México anunciaram que preparam um plano de ações em rejeição ao texto, aprovado por senadores e deputados.

Na reunião, ficou definida uma convenção nacional na próxima quarta-feira (31/10), com a participação de organizações sindicais, sociais, camponesas e populares. Os sindicalistas afirmaram que programam passeatas, acampamentos e concentrações em praças públicas, além de uma reunião com a Junta de Coordenação Política da Câmara de Deputados.

Dirigentes sindicais argumentam que, caso sancionada, a reforma abrirá caminhos para o emprego informal, pois prevê menos garantias trabalhistas. O texto menciona medidas como o pagamento por hora e redução do salário. Os partidos políticos de esquerda coincidem na rejeição à reforma, como manifestaram seus representantes durante os debates legislativos.

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