Venezuela entrega presidência temporária do Mercosul à Argentina, diz chanceler
Suspensão de Venezuela do bloco não foi reconhecida por país, que acusou Brasil, Paraguai e Uruguai de 'golpe'
Em abril de 2002, a atuação dos principais veículos de comunicação privados na Venezuela foi decisiva para a derrubada – apesar de breve – de Hugo Chávez. Conforme depois o documentário A revolução não será televisionada demonstrou, a manipulação de imagens e informação armou o cenário e legitimou o golpe de Estado contra o presidente venezuelano, dentro e fora do país.
Leia também: Quem é Leopoldo López, acusado pelo chavismo de planejar atos de violência
Agora, em 2014, as recentes manifestações contra Nicolás Maduro, eleito após a morte de Chávez, ano passado, também teriam sido manipuladas somente por televisões e jornais, de acordo com denúncias do atual governo, mas igualmente na web – espaço que há 12 anos não tinha o mesmo potencial informativo e político.
Leia também: Diante de milhares, Maduro diz que não vai renunciar ao poder dado pelo povo
Na Venezuela, as redes sociais, com destaque para o Twitter, são amplamente usadas por ambos os lados, tanto que o próprio presidente e políticos da oposição o usam para fazer anúncios e se comunicar com seus seguidores. Desde quarta-feira (12/02), quando uma marcha opositora culminou em violência no centro de Caracas, diversas montagens e imagens falsas contra Maduro e o governo foram disseminadas, inclusive por jornalistas de redes como a CNN.
Leia também, no Especial 15 Anos de Chavismo:
Chavismo promoveu valorização da música tradicional e democratizou acesso a livros
Acusada de saqueadora, caso de doméstica mostra divisão da Venezuela
Beneficiada pelo chavismo, professora foi a primeira da família a completar estudos
Relembre fatos mais marcantes
A partir da internet, saber o que de fato acontecia nas ruas da capital e de outras cidades do país foi impossível. No entanto, logo, a origem real de algumas imagens que eram compartilhadas, mostrando repressão policial e demonstrações multitudinais de apoio à oposição, foram reveladas. Fotos de protestos no Chile, Egito, Tailândia e até Brasil foram usadas "como prova" de que a polícia venezuelana reprimia violentamente, enquanto imagens de atos pró-independência da Catalunha foram apresentadas como marchas oposicionistas em Caracas.
Veja alguns exemplos encontrados no Twitter:
Tida como venezuelana, a imagem abaixo foi feita em junho de 2013, no Brasil:

Nesta foto, guardas usando um felpudo chapéu de inverno na Caracas caribenha?
.jpg)
"Eu e você somos venezuelanos, amigo". Mas a frase deveria ter sido escrita em búlgaro:
.jpg)
Era pra ser da repressão na Venezuela, mas o site da Al Jazeera comprova a origem da imagem:
.jpg)
Nesta, a foto de um chavista ferido em abril do ano passado é usada por opositores:

Só não prestaram atenção à data:

Uma procissão religiosa foi retratada como protesto contra o governo:

Imagem de apoio à independência da Catalunha, na Espanha:

Suspensão de Venezuela do bloco não foi reconhecida por país, que acusou Brasil, Paraguai e Uruguai de 'golpe'
Em entrevista, professor de RI da PUC-SP critica governo Assad, ação das potências mundiais na guerra e ação do EI
População aponta solidificação dos pilares da sociedade cubana e expectativa de que valores permaneçam
Pintura de Courbet reflete o trabalho e o trabalhador como novo herói, além da vida cotidiana
Objetivo é corroer CLT e instalar 'sociedade da terceirização total'
Mulher comum que aborta no país é religiosa e tem filhos, indica pesquisa
0,36% da população têm patrimônio igual a 45% do PIB do país
Capitais estão mobilizando milhares de policiais para celebrações especialmente em cidades que já foram alvos de ataques; nenhum país detectou, porém, indícios de ameaças concretas
Maioria das pessoas ouvidas por Opera Mundi aponta solidificação dos pilares da sociedade cubana e expectativa de que os valores deste modelo permaneçam como fatores para não acreditar em grandes mudanças após morte de Fidel Castro
Suspensão de Venezuela do bloco não havia sido reconhecida por país, que acusou Brasil, Paraguai e Uruguai de 'golpe à institucionalidade'
Kyriakos Amiridis foi encontrado carbonizado dentro de carro alugado; policial seria amante de esposa do diplomata, Françoise Amiridis
Empreiteira brasileira é investigada por denúncias de corrupção; Odebrecht pagou US$ 29 milhões em subornos no Peru e US$ 59 milhões a funcionários panamenhos
Primeira resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre conflito desde 2009 exige fim de política de assentamentos em territórios palestinos; medida similar foi bloqueada por EUA em 2011
A Marquesa reuniria em seu círculo de amizades as principais autoridades da época e interferiria até mesmo na política externa
Segundo o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, coordenador da comissão internacional da ONU para investigar violações de direitos humanos na Síria, apoio de EUA, França, Arábia Saudita e outros países à oposição armada no país é 'absolutamente ilegal'
Grupo de 2 mil desempregados, selecionado de forma aleatória, participará de projeto de dois anos em nível nacional. Benefício será concedido sem imposição de condições e livre de impostos, visando fomentar o emprego
Registrador de voo de avião militar que caiu no mar Negro foi encontrado nesta terça-feira; aeronave levava integrantes do coral Ensemble Alexandrov
Capitais estão mobilizando milhares de policiais para celebrações especialmente em cidades que já foram alvos de ataques; nenhum país detectou, porém, indícios de ameaças concretas
Maioria das pessoas ouvidas por Opera Mundi aponta solidificação dos pilares da sociedade cubana e expectativa de que os valores deste modelo permaneçam como fatores para não acreditar em grandes mudanças após morte de Fidel Castro
Suspensão de Venezuela do bloco não havia sido reconhecida por país, que acusou Brasil, Paraguai e Uruguai de 'golpe à institucionalidade'
Kyriakos Amiridis foi encontrado carbonizado dentro de carro alugado; policial seria amante de esposa do diplomata, Françoise Amiridis
Empreiteira brasileira é investigada por denúncias de corrupção; Odebrecht pagou US$ 29 milhões em subornos no Peru e US$ 59 milhões a funcionários panamenhos