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Atualizada às 10h40 de 29/07
Os países do Mercosul negociam a antecipação dos prazos de eliminação das tarifas comerciais do bloco com Chile, Colômbia e Peru. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (28/07) pelo ministro brasileiro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, na véspera da cúpula presidencial que será realizada amanhã.
”Da nossa parte já está muito avançado”, disse Figueiredo, afirmando que há boa vontade no Mercosul de adiantar os prazos, idealizados inicialmente para 2019. “Agora o que é necessário é uma conversa com Chile, Colômbia e Peru para combinar essa desgravação, essa antecipação dos prazos”, explicou brevemente a jornalistas brasileiros.
Figueiredo disse que no caso do comércio com o Chile, no final do ano já se deve chegar à “tarifa zero” em quase todas as linhas tarifárias. “A ideia é ampliar nosso comércio com os demais países da região, e isso faz sentido porque o Mercosul não é exclusivista, ele é uma plataforma para que se comercie com outras regiões do mundo.”
Agência Efe

Além das travas comerciais, reunião de chanceleres também abordou problemas econômicos da Argentina
Ainda de acordo com o ministro, o benefício para o Brasil seria grande: “A liberalização comercial garante fluxos mais equilibrados, colocação dos nossos produtos em novos mercados. Enfim, essa diversificação do comércio internacional é fundamental para nós”, expressou.
Durante a reunião de chanceleres, o ministro sugeriu uma reflexão sobre os rumos e prioridades da agenda externa do bloco, correspondendo às expectativas dos interesses produtivos. “O Brasil sempre viu no Mercosul uma plataforma fundamental para a projeção dos interesses da região e em particular para a negociação comercial com outros países”, disse.
Sobre as negociações entre o Mercosul e a União Europeia, Figueiredo afirmou que o Brasil “mantém firme seu interesse na conclusão de um acordo”. “Sobre isso todos os sócios já alcançaram, ao longo de nossas negociações intra-Mercosul, ofertas compatíveis com os compromissos assumidos pelos chefes de Estado no relançamento das negociações”.
O chanceler da Argentina, Héctor Timerman, por sua vez, disse que é necessário impulsionar o diálogo com outros blocos da região. “Ainda que cada um tenha seu próprio enfoque, está claro que todos coincidem com o objetivo único de aprofundar o integracionismo econômico, político e social entre seus membros”.
Fundos Abutres
Sobre o problema de seu país, que entrará em estado de default (calote técnico) se não fizer um pagamento até a próxima quarta-feira (30/07) aos “fundos abutres”, credores que não aceitaram reestruturar a dívida arrastada e ampliada desde 2001, Timerman qualificou como uma “grave situação” e agradeceu o respaldo do bloco. Soube-se que o assunto foi discutido na reunião fechada dos chanceleres, mas não seus possíveis efeitos.
O chanceler argentino afirmou ser fundamental que o bloco assuma “conjuntamente a liderança necessária para impulsionar” uma reforma no sistema financeiro internacional. Segundo ele, o sistema atual responde a regras que não cabem no objetivo de desenvolvimento econômico com inclusão social.
“Essa ação dos fundos abutres deve nos mobilizar a todos para trabalhar de maneira decidida, conjunta e coordenada numa profunda reforma. (...) Necessitamos promover regras mais justas e equitativas para que os processos de reestruturação de dívidas soberanas impeçam a ação dos fundos abutres”, disse Timerman.
O paraguaio Eladio Loizaga, por sua vez, lembrou que o tema da reforma no sistema financeiro internacional vem sendo discutido na ONU. “Acreditamos que uma minoria não pode gerar esse tipo de descalabro em um esquema já acordado com os maiores detentores de bônus. Logicamente o Mercosul está dentro de um esquema muito menor, mas quer sobretudo que haja um respeito e acompanhamos a Argentina, que está pagando sua dívida e explicou que vai continuar fazendo isso dentro dos marcos legais”, explicou.
Quando questionando sobre um possível “default”, disse que a Argentina depositou o dinheiro equivalente aos pagamentos e que isso deveria ser levado em conta pela Justiça norte-americana. “Não deveriam sofrer essas consequências”, acredita.
Sobre a Venezuela passar a presidência pro-tempore do bloco para a Argentina – em vez de ser transmitida ao Paraguai, como um gesto político que chegou a se cogitar -, o chanceler afirmou que seu país quer “que o Mercosul seja institucional” e, por isso, defendue que a ordem de precedência alfabética seja respeitada.
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