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A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, disse nesta terça-feira (05/08) que Israel deve assumir suas responsabilidades pelas "crescentes evidências de crimes de guerra" cometidos pelo Exército israelense em Gaza. Em um comunicado, Pillay destacou "a necessidade agora mais do que nunca para que se assumam responsabilidade pelas crescentes evidências de crimes de guerra e um número nunca visto de vítimas civis, incluindo crianças".
"Se os civis não podem se refugiar em escolas da ONU, onde podem estar a salvo? Abandonam suas casas para se salvar e são atacados onde se refugiaram. Esta é uma situação grotesca", acrescentou a alta comissária, condenando os bombardeios de edifícios das Nações Unidas. Pillay lembrou ainda que a lei internacional estabelece que os funcionários e as instalações humanitárias, como as escolas da ONU em Gaza, devem ser respeitadas e protegidas.
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Agência Efe

Vista geral do bairro de Khoza, no leste da cidade de Janyunis, no sul da Faixa de Gaza
Mais especificamente, Pillay condenou o bombardeio de uma escola da ONU em 30 de julho por parte do Exército israelense, assim como outros ataques a colégios, hospitais, templos religiosos e infraestrutura vital como usinas elétricas em Gaza. "Seis escolas da ONU foram atacadas. Os bombardeios de escolas da ONU, que causaram a morte de mulheres e crianças assustadas e homens civis, incluindo funcionários das Nações Unidas, que buscavam refúgio do conflito e de atos horrorosos podem ser considerados crimes de guerra", disse Pillay.
Pillay destacou o número de vítimas palestinas — que, segundo ela, já chegam a mais de 1.800 pessoas — e disse que este dado não reflete a realidade da tragédia humana em Gaza. "O que estamos vendo é o assassinato de famílias inteiras, de crianças que brincam nas ruas ou que estão tentando buscar refúgio", criticou.
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Ela também reiterou sua condenação ao "indiscriminado lançamento de foguetes" em direção a Israel por parte de grupos armados de Gaza, lembrou que esse ato constitui um crime de guerra e lamentou a morte de três civis israelenses.
Trégua não é fim de conflito
A população de Gaza começou a sair às ruas após a trégua que impera desde as 8h locais (3h, em Brasília), ao mesmo tempo em que chegaram à Faixa os primeiros caminhões com abastecimento e ajuda humanitária internacional. Desde a primeira hora da manhã, a Agência Efe constatou a abertura de vários comércios na Cidade de Gaza, enquanto a população saía de suas casas e ia aos mercados, com as ruas cheias de carros e transeuntes.
O cessar-fogo entrou em vigor após a retirada, durante a madrugada, das últimas forças terrestres israelenses que permaneciam dentro da Faixa, principalmente no sul e junto à linha fronteiriça. Um alto comando militar israelense confirmou que será mantido um desdobramento de forças em torno da fronteira "para não dar nenhuma desculpa ao Hamas".
Agência Efe

Em meio a cessar-fogo de 72 horas, palestinos saem às ruas em Gaza para buscar abastecimento e suprimentos
A situação de trégua "não quer dizer em nenhum momento que tenha terminado a operação Margem Protetora", acrescentou. "Se os terroristas nos atacam, nos defenderemos", assegurou ao insistir em que as tropas estão unidas nos arredores da Faixa e nenhum reservista foi desmobilizado.
Enquanto isso, não longe de onde estão as tropas, na passagem de Kerem Shalom, entraram hoje na Faixa os primeiros de 300 caminhões com abastecimento para a população e ajuda humanitária internacional, entre eles dez carregados de remédios e equipamentos médicos.
Os hospitais de Gaza estão abarrotados e literalmente colapsados pelo alto número de vítimas após 29 dias de ofensiva. Em seus arredores há ainda vários civis que buscaram refúgio dos bombardeios, achando que ali seria mais seguro.
Os últimos dados do Ministério da Saúde palestino indicam que 1.867 palestinos, a maioria civis, morreram e 9.563 ficaram feridos desde o início da operação, em 8 de julho. O número de vítimas pode crescer nos próximos dias quando começarão a remover os escombros das milhares de casas que foram bombardeadas, das quais mais de mil foram completamente destruídas.
Os danos são particularmente notáveis no norte e leste, onde as forças israelenses chegaram com blindados e onde produziram intensos enfrentamentos armados que tiraram a vida de quase 50 militares israelenses, dos 64 que morreram desde o início da fase terrestre.
A reconstrução de Gaza, onde os danos materiais foram avaliados em mais de US$ 5 bilhões, levará vários anos, e dependerá de se, no marco das atuais negociações do Cairo para uma trégua permanente, Israel levantará o bloqueio ao qual submeteu a Faixa durante os últimos sete anos.
(*) Com informações da Agência Efe
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