CriseUm dos principais argumentos dos setores conservadores e do oligopólio mediático para a destituição da presidenta Dilma Rousseff foi a urgência de buscar uma saída para a crise econômica.

Seis meses depois, as promessas do governo liderado por Michel Temer e o otimismo apregoado pelos grandes meios de comunicação parecem ter fracassado: a crise só agrava.

Discutir este cenário é a proposta do debate A crise que não sai nos jornais, marcado para o dia 31 de março, às 19 horas, no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé (Rua Rego Freitas, 454, conjunto 83), em São Paulo.

A discussão se dá em um momento de ofensiva do governo na retirada de direitos da população e a divulgação de um dado alarmante: pela primeira vez em duas décadas, o país sofreu aumento no índice de desigualdade social. Além disso, as medidas econômicas do governo, somadas aos resultados da forma como vem sendo conduzida a Operação Lava Jato, têm provocado um verdadeiro desmonte de diversos setores da indústria nacional. Como enfrentar essa conjuntura?

Confira a lista de debatedores:

– Roberto Requião, senador do Paraná

– Leda Paulani, professora da Faculdade de Economia e administração da Universidade de São Paulo e ex-secretária Municipal de Planejamento da cidade de São Paulo

– Mario Bernardini, diretor da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)

– Murilo Pinheiro, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo