'Ato criminoso': Cuba denuncia na ONU bloqueio e agressão 'sem precedentes' dos EUA
Representante Roberto Cabañas acusou Washington de buscar paralisar país e punir população, alertando que Conselho de Direitos Humanos não pode ficar em silêncio
Cuba denunciou na segunda-feira (09/02), no Conselho de Direitos Humanos da ONU, a agressão sem precedentes dos Estados Unidos contra o país caribenho.
O representante cubano Roberto Cabañas, falando na 61ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, Suíça, disse que a ação dos EUA “visa punir impiedosamente toda a nossa população, em flagrante violação de seus direitos humanos”.
Ele também afirmou que os EUA chegam ao ponto de ameaçar com tarifas punitivas os países que fornecem petróleo a Cuba. Com isso, acrescentou, “eles pretendem tornar a comunidade internacional cúmplice de um bloqueio energético contra nossa nação”.
De acordo com o diplomata cubano, o objetivo das sanções é paralisar a atividade econômica e social do país e causar sofrimento a milhões de cubanos. A este respeito, Cabañas lembrou que “o Conselho de Direitos Humanos não pode permanecer em silêncio diante desses atos criminosos”.
🌎 El representante de #Cuba, Roberto Cabañas, denunció este lunes, durante la reunión de organización del 61 período de sesiones del Consejo de Derechos Humanos, la escalada agresiva sin precedentes de #EEUU contra la nación caribeña.
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— Cancillería de Cuba (@CubaMINREX) February 10, 2026
O representante cubano indicou que a atual sessão do Conselho de Direitos Humanos está ocorrendo em um contexto internacional complexo, já que o sistema multilateral e suas instituições estão sob ataque direto.
O site do Ministério das Relações Exteriores de Cuba anunciou que o país apresentará três projetos na 61ª sessão do Conselho, agendada para o período de 23 de fevereiro a 2 de abril.
Esses textos abordam “as consequências da dívida externa e de outras obrigações financeiras internacionais correlatas dos Estados sobre o pleno gozo de todos os direitos humanos, em particular os direitos econômicos, sociais e culturais”; “o direito à alimentação”, bem como “a promoção do gozo dos direitos culturais para todos e o respeito pela diversidade cultural”.
(*) com teleSUR
























