Colômbia sai às ruas nesta terça (03) em apoio a Gustavo Petro
Defendedo democracia e soberania, mobilização ocorre no mesmo dia do encontro entre líder colombiano e Trump
A Colômbia vivenciará uma mobilização nacional nesta terça-feira (03/02) convocada por organizações sociais, sindicais e da sociedade civil que buscam expressar seu apoio ao presidente Gustavo Petro na defesa da soberania, do salário digno e da democracia.
A atividade, referida pelos canais oficiais do governo colombiano como a “corrente de afeto”, terá seu ponto central na Plaza de Bolívar, em Bogotá, onde uma grande concentração de pessoas é esperada a partir das 9h, horário da Colômbia, (11h horário de Brasília).
O apoio a Petro não se limita à concentração na região da capital; o apelo estende-se a todas as principais praças do país, com o objetivo de gerar uma expressão simultânea de apoio e unidade nacional.
O presidente Petro, através das rede sociais, convocou os cidadãos a se mobilizarem de forma pacífica e consciente, destacando a importância de impedir o que descreveu como tentativas de setores políticos de restringir direitos e limitar a participação popular.
Tres de febrero, no más mentiras, no más mercaderes de la politica y del derecho quitándole los derechos al pueblo
No más poder a quienes quieren robarse las elecciones impidiendo que la gente participe.
A participar, a votar, a firmar y a ganar.
Por una Colombia que… pic.twitter.com/ebRUlbnfcH
— Gustavo Petro (@petrogustavo) February 3, 2026
“3 de fevereiro, chega de mentiras, chega de oportunistas políticos e jurídicos tirando os direitos do povo. Chega de poder para quem quer roubar as eleições impedindo a participação popular. Participem, votem, assinem e vençam. Por uma Colômbia que progride, ama e é linda. Vejo vocês amanhã gritando ‘Colômbia Livre’ pelo mundo. Vamos em busca de um Pacto pela Vida nas Américas, no mundo e na Colômbia”, declarou o ocupante da Casa de Nariño em sua conta oficial no X.
Este apelo surge num contexto político marcado por tensões entre o Executivo e setores da direita colombiana que se opõem às reformas sociais, às garantias eleitorais e à defesa dos direitos laborais.
Os manifestantes deixaram claro que buscam a proteção do direito ao voto, a participação política irrestrita e um salário mínimo garantido que permita às famílias colombianas lidar com o crescente custo de vida.























