Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
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Dezenas de milhares de pessoas marcharam nesta terça-feira (27/01) no centro de Havana, em uma nova edição da tradicional Marcha das Tochas, que comemora o natalício do libertador do país, José Martí – que completaria 173 anos nesta quarta-feira (28/01).

O evento foi replicado em várias cidades do país. A maior marcha, em Havana, foi encabeçada pelo próprio presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e teve como elemento adicional o início das celebrações pelo centenário do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro.

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Além da recordação a Martí e Fidel, a marcha foi marcada pelo clima de tensão vivido no país por conta das ameaças feitas pelos Estados Unidos e a lembrança da recente invasão de militares norte-americanos a Caracas, que resultou no sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores – na ocasião, foram mortos 32 militares cubanos que serviam como guarda-costas do mandatário.

O governo cubano divulgou o evento acrescento o lema “marcha centenária anti imperialista”, reunindo todos os temas envolvidos na celebração.

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Discurso

Em seu discurso, Díaz-Canel destacou que a Marcha teve como ponto de partida a escadaria da Universidade de Havana, “onde Fidel se tornou revolucionário”.

“Como acontece há 73 anos, nos acendemos tochas na véspera do aniversário José Martí, o apóstolo da independência e país do espírito anti imperialista cubano.”, afirmou o mandatário.

Ameaças

Nos últimos dias, o governo dos Estados Unidos tem feito ameaças sobre uma possível intervenção militar no território cubano, similar ao ataque realizado dias atrás contra a Venezuela.

Ademais, Washington impôs um bloqueio aos envios de petróleo à ilha, o que poderia intensificar a crise energética que o pais já sofre há alguns meses.

Presidente Miguel Díaz-Canel encabeçou celebração da Marcha das Tochas em Havana
Presidência de Cuba

Com informações de TeleSur.