Sábado, 15 de agosto de 2026
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Durante a sessão plenária do Conselho Econômico Nacional, nesta terça-feira (13/07), a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou categoricamente que “ninguém concorda com o bloqueio econômico”, destacando o consenso absoluto que existe entre o governo bolivariano e as forças produtivas do país para exigir a cessação imediata das sanções.

A presidente afirmou que, se os empresários e os setores produtivos nacionais forem consultados diretamente, a rejeição de medidas coercitivas unilaterais será unânime devido ao impacto direto e prejudicial que elas têm sobre a população venezuelana.

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Rodríguez denunciou que a agressão financeira internacional “baseava-se na ideia de que ninguém sabia quem governava a Venezuela”. “Bem, nós somos os que governamos”, afirmou a presidente interina, ao mencionar que a ajuda internacional, as doações e os esforços de resgate de 72 nações são coordenados diretamente com o governo legítimo do país.

A presidente interina declarou que o levantamento do bloqueio enviaria um sinal extraordinário da comunidade internacional. Segundo ela, apenas um setor extremista promove e repete os apelos por sanções, enquanto a grande maioria da sociedade e dos líderes empresariais permanece firme na defesa da soberania produtiva da República.

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A presidente em exercício reafirmou a firmeza com que o Poder Executivo tem empreendido a defesa diplomática e comercial da nação contra a agressão estrangeira. “Não descansamos em exigir o levantamento das sanções”, enfatizou Rodríguez, reiterando que a exigência do fim da agressão financeira é uma bandeira constante da diplomacia bolivariana, pois essas medidas afetam amplamente todo o povo venezuelano.

Como parte das ações concretas para desbloquear os recursos apreendidos no exterior, Delcy Rodríguez vem intensificando os esforços internacionais em diferentes fóruns para acelerar a reconstrução nacional após os terremotos.