Iván Cepeda reitera denúncia de interferência de grupos armados nas eleições colombianas
Candidato de esquerda pelo Pacto Histórico enfatizou importância de garantir ambiente 'livre de coerção' e pediu que responsáveis por pressão ilegal sejam 'identificados e punidos'
O senador colombiano e candidato à presidência, Iván Cepeda Castro, reiterou na quinta-feira (14/05) suas acusações sobre a presença de grupos armados em território colombiano que buscam influenciar o voto dos cidadãos, exigindo uma investigação completa e sanções para os responsáveis.
Por meio de suas redes sociais, Cepeda reiterou sua denúncia da pressão exercida por esses grupos armados em diversas regiões do país. “Condeno categoricamente e veementemente qualquer tipo de pressão sobre os eleitores. Nem o Pacto Histórico, nem as forças da Aliança pela Vida, nem minha campanha, nem eu, na minha condição de candidato à presidência, aceitamos esse tipo de ação. Os responsáveis devem ser investigados e punidos com todo o rigor da lei”, afirmou.
Cepeda Castro condenou categoricamente essas ações, classificando-as como inaceitáveis e enfatizando a importância de garantir um ambiente livre de coerção para todos os cidadãos no contexto das eleições.
Nesse contexto, o candidato à presidência apresentou a denúncia em 5 de maio, instando que os responsáveis por essas pressões ilegais sobre o eleitorado sejam identificados e punidos com o máximo rigor estabelecido pela lei colombiana, buscando proteger a autonomia do voto e a legitimidade dos resultados eleitorais na Colômbia.
REITERO LA POSICIÓN QUE HICE PÚBLICA EN DÍAS PASADOS
IVÁN CEPEDA CASTRO DENUNCIA PRESIONES DE GRUPOS ARMADOS PARA INFLUIR EN EL ELECTORADO Y EXIGE SANCIONES
En los últimos días he recibido información proveniente de organizaciones sociales, autoridades locales y la Defensoría…
— Iván Cepeda Castro (@IvanCepedaCast) May 14, 2026
As eleições presidenciais ocorrerão em 31 de maio com a participação de 13 candidatos, com Cepeda liderando a intenção de voto no primeiro turno, seguido por Abelardo De la Espriella (extrema direita) e Paloma Valencia (direita).
Investigações recentes dos veículos de comunicação Señal Colombia e Revista Raya revelaram detalhes sobre o Projeto Júpiter, um plano multimilionário da direita para manipular as eleições presidenciais, uma operação política que teria como objetivo exacerbar o medo, a indignação e a incerteza entre os colombianos no período que antecede as eleições.
Entretanto, as autoridades enfrentam um aumento da violência no sul, situação em resposta à qual o governo nacional mobilizou uma operação militar com o objetivo de prevenir novos ataques e conter as ações de grupos armados ilegais.
























