Sexta-feira, 22 de maio de 2026
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O senador colombiano e candidato à presidência, Iván Cepeda Castro, reiterou na quinta-feira (14/05) suas acusações sobre a presença de grupos armados em território colombiano que buscam influenciar o voto dos cidadãos, exigindo uma investigação completa e sanções para os responsáveis.

Por meio de suas redes sociais, Cepeda reiterou sua denúncia da pressão exercida por esses grupos armados em diversas regiões do país. “Condeno categoricamente e veementemente qualquer tipo de pressão sobre os eleitores. Nem o Pacto Histórico, nem as forças da Aliança pela Vida, nem minha campanha, nem eu, na minha condição de candidato à presidência, aceitamos esse tipo de ação. Os responsáveis ​​devem ser investigados e punidos com todo o rigor da lei”, afirmou.

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Cepeda Castro condenou categoricamente essas ações, classificando-as como inaceitáveis ​​e enfatizando a importância de garantir um ambiente livre de coerção para todos os cidadãos no contexto das eleições.

Nesse contexto, o candidato à presidência apresentou a denúncia em 5 de maio, instando que os responsáveis ​​por essas pressões ilegais sobre o eleitorado sejam identificados e punidos com o máximo rigor estabelecido pela lei colombiana, buscando proteger a autonomia do voto e a legitimidade dos resultados eleitorais na Colômbia.

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As eleições presidenciais ocorrerão em 31 de maio com a participação de 13 candidatos, com Cepeda liderando a intenção de voto no primeiro turno, seguido por Abelardo De la Espriella (extrema direita) e Paloma Valencia (direita).

Investigações recentes dos veículos de comunicação Señal Colombia e Revista Raya revelaram detalhes sobre o Projeto Júpiter, um plano multimilionário da direita para manipular as eleições presidenciais, uma operação política que teria como objetivo exacerbar o medo, a indignação e a incerteza entre os colombianos no período que antecede as eleições.

Entretanto, as autoridades enfrentam um aumento da violência no sul, situação em resposta à qual o governo nacional mobilizou uma operação militar com o objetivo de prevenir novos ataques e conter as ações de grupos armados ilegais.