Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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A Frente Sindical Única (FreSU) convocou uma marcha para esta quinta-feira (30/04) em repúdio às políticas de austeridade implementadas pelo governo do presidente argentino Javier Milei que impactaram os trabalhadores, resultaram em pobreza generalizada, inflação e na violação de direitos humanos. O evento enfatiza a proteção da classe trabalhadora como prioridade absoluta para qualquer projeto nacional.

A primeira assembleia nacional é realizada na cidade de Pilar, contando com a participação de mais de 1.600 delegados de todo o país, que se inserem nos setores progressistas e contrárias ao governo argentino.

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Nela, estarão presentes forças políticas como o Partido Socialista Operário (PTS), que denunciam a crise interna da gestão Milei, caracterizada por escândalos de corrupção e por um programa de ajustes que impacta o setor trabalhista. Já o movimento Política Operária irá se concentrar na capital Buenos Aires contra o desmantelamento dos direitos dos trabalhadores.

Por sua vez, a Confederação Geral do Trabalho (CGT) manteve sua posição de não ceder a medidas que prejudiquem a segurança no emprego e a manutenção dos direitos historicamente conquistados. Para os líderes sindicais, é urgente o estabelecimento de uma negociação coletiva livre, sem restrições do governo.

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As medidas também exigem a retomada do pagamento de 78 mil pesos de um programa extinto por Milei, que tem afetado diretamente 900 mil trabalhadores formais, agora pressionados a recorrer à economia popular sem rede de proteção.

A semana também foi marcada por uma greve nacional da federação de professores Conadu Histórica, que exige o cumprimento da Lei de Financiamento Universitário. Os sindicatos tem denunciado que a Casa Rosada ignora decisões judiciais e ratifica a retirada da verba destinada à educação pública.

(*) Com Telesur