Quinta-feira, 7 de maio de 2026
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Representantes de diversas delegações italianas iniciaram nesta quarta-feira (22/04), um novo comboio de solidariedade europeia rumo a Cuba, com o objetivo de transportar um carregamento de medicamentos e equipamentos médicos.

Os delegados irão viajar para a região leste da ilha para entregar os suprimentos e, posteriormente irão seguir para a capital, onde  participarão das comemorações do Dia do Trabalhador. A data é marcada por celebrações em que cubanos, acompanhados por brigadas internacionais como a que partiu da Itália, reafirmam seu compromisso com a defesa da pátria.

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A medida tem como objetivo apoiar a população cubana diante da atual pressão dos Estados Unidos, buscando amenizar os efeitos do bloqueio imposto pelo governo norte-americano e das tarifas aplicadas sobre produtos de países que fornecem petróleo, direta ou indiretamente, a Cuba.

Segundo os organizadores do comboio, a missão de solidariedade busca mitigar o impacto do bloqueio norte-americano. Eles afirmam que o governo dos Estados Unidos “está sufocando Cuba, cortando o fornecimento de combustível, voos e suprimentos essenciais para a sobrevivência. É uma emergência: hospitais sem eletricidade, ambulâncias sem gasolina e doentes sem remédios. Não há tempo a perder. Devemos agir em solidariedade com o povo cubano”, enfatizaram nos apelos à ação da iniciativa.

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Além disso, os recursos também serão destinados a hospitais e comunidades nas províncias orientais de Santiago de Cuba, Granma e Guantánamo, afetadas pelo furacão Melissa no final de 2025.

A campanha “Deixe Cuba Respirar”, com o slogan “Cuba não está sozinha”, permanecerá na ilha por dez dias, iniciando suas atividades com uma recepção no Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP).

Gratidão de Cuba

Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, expressou sua gratidão a amigos, membros de organizações políticas e sociais e compatriotas residentes na Europa pelo apoio e pelas mobilizações em massa realizadas em defesa da ilha.

O chefe da diplomacia cubana enfatizou que essas demonstrações de solidariedade representam a prova de que a nação caribenha não está sozinha em sua luta contra o que ele descreveu como um bloqueio genocida e um embargo energético promovido pelo governo dos Estados Unidos para sufocar o povo cubano.

(*) Com Telesur