Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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O porta-aviões USS Nimitz e seu grupo de ataque entraram no Mar do Caribe na quarta-feira (20/05), informou o Comando Sul, em meio a crescentes ameaças e pressão contra Cuba e no mesmo dia em que o Departamento de Justiça dos EUA apresentou acusações contra o líder da Revolução Cubana, o general do Exército Raúl Castro.

“Bem-vindos ao Caribe, Grupo de Ataque do Porta-Aviões Nimitz!” publicou o Comando Sul em X. O Nimitz é acompanhado por destróieres, aeronaves embarcadas e outros navios.

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“O porta-aviões USS Nimitz (CVN 68), o Grupo Aéreo Embarcado 17 (CVW-17), o USS Gridley (DDG 101) e o USNS Patuxent (T-AO 201) são o epítome de prontidão e presença incomparáveis, alcance e letalidade, e vantagem estratégica”, disse o Comando Sul.

Segundo o comunicado, o grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz chegou ao Mar do Caribe como parte da operação naval Southern Seas 2026, concebida para reforçar a presença estratégica de Washington na América Latina e no Caribe e “fortalecer a cooperação marítima e a interoperabilidade com as nações aliadas na região”.

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A operação incluirá exercícios navais, visitas a portos e manobras conjuntas com forças militares de diversos países da América Latina e do Caribe.

No final de 2025, Washington enviou outro porta-aviões para o Caribe, o USS Gerald Ford, justificando sua presença com a Operação Southern Spear, a cruzada de Trump contra o narcotráfico que resultou em mais de 190 execuções extrajudiciais na região.