Quinta-feira, 14 de maio de 2026
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A crise energética e humanitária em Cuba se agrava em meio às medidas coercitivas unilaterais impostas pelo governo Trump. Dois meses após os EUA declararem “estado de emergência nacional” em relação a Havana e anunciarem sanções contra países fornecedores de combustível para a ilha, Moscou indica que está trabalhando ativamente para apoiar o aliado histórico.

“Estamos ajudando, o trabalho está em andamento nessa direção, mas não gostaria de divulgar os detalhes agora”, disse o vice-primeiro-ministro russo, Alexander Novak, em entrevista à agência Vesti neste domingo (22/02).

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O governo mexicano de Claudia Sheinbaum também desafiou o cerco estadunidense e enviou dois navios transportando um total de 800 toneladas de ajuda humanitária, incluindo produtos alimentícios e suprimentos de higiene, que serão distribuídos em vários locais do país. 

O navio Papaloapan transportou aproximadamente 536 toneladas de mercadorias, incluindo leite, carne, biscoitos, feijão, arroz, atum, sardinha e óleo vegetal, além de itens de higiene pessoal.

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O presidente colombiano, Gustavo Petro, pediu ao governo Trump que “mude sua política” em relação a Cuba, diante do endurecimento do bloqueio econômico e energético imposto à ilha.

“O atual bloqueio contra Cuba decorre de uma mentira difundida por Duque: sua negação de que Cuba cedeu seu território para auxiliar na paz na Colômbia, e que o fez a pedido do governo colombiano durante a administração Santos. Sou grato a Cuba por ter colaborado com a Noruega pela paz na Colômbia”, declarou nas redes sociais.

“Na América Latina, podemos ajudar fabricando painéis solares. A Colômbia fornece sua areia de sílica e cobre; nós já produzimos painéis para exportação, se necessário”, afirmou Petro, defendendo que o diálogo entre Washington e Havana seja retomado sob uma lógica de cooperação.