Thiago Ávila é detido no Panamá após participar de flotilha a Cuba
Brasileiro está incomunicável e enfrenta interrogatório de pelo menos duas horas no aeroporto de Tocumen; redes sociais do ativista relatam ‘agentes falando em inglês e sendo hostis’
O ativista Thiago Ávila foi levado para um interrogatório pela polícia durante uma conexão no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá. Segundo seu time de comunicação, até o momento já são mais de duas horas de detenção.
“Agentes falando em inglês (no Panamá) e sendo hostis” — essa foi a última mensagem enviada pelo brasileiro antes da comunicação ser perdida.
Ávila estava retornando de Cuba após colaborar na flotilha Nossa América de solidariedade que partiu do México com 14 toneladas de ajuda humanitária e painéis solares. Ele também está a apenas alguns dias de navegar rumo a Gaza em uma nova missão da Global Sumud Flotilha para romper o cerco ilegal de Israel e abrir um corredor humanitário marítimo.
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Retenções no Panamá
O ex-ministro Franklin Martins foi detido no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá, na madrugada do dia 6 de março, enquanto realizava uma conexão para a Cidade da Guatemala, onde participaria de um seminário universitário.
Ao desembarcar no aeroporto, seu passaporte foi retido e ele foi submetido a um interrogatório. Após um tempo de espera, um agente informou que ele não poderia seguir viagem e que seria deportado para o Brasil. Franklin pediu que as autoridades panamenhas entrassem em contato com a Embaixada do Brasil ou permitissem que ele próprio ligasse, mas o pedido foi negado. Não houve explicações sobre os motivos da deportação.
Em outro episódio, o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, denunciou que, em 24 de fevereiro, sua mala diplomática teve uma abertura forçada, classificando o ato como uma violação direta do direito internacional.
Em um comunicado divulgado em seu canal oficial no Telegram, Caracas invocou o Artigo 27 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, que estabelece a inviolabilidade da mala diplomática e proíbe sua abertura ou retenção sob quaisquer circunstâncias.























