Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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O ativista Thiago Ávila foi levado para um interrogatório pela polícia durante uma conexão no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá. Segundo seu time de comunicação, até o momento já são mais de duas horas de detenção.

“Agentes falando em inglês (no Panamá) e sendo hostis” — essa foi a última mensagem enviada pelo brasileiro antes da comunicação ser perdida.

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Ávila estava retornando de Cuba após colaborar na flotilha Nossa América de solidariedade que partiu do México com 14 toneladas de ajuda humanitária e painéis solares. Ele também está a apenas alguns dias de navegar rumo a Gaza em uma nova missão da Global Sumud Flotilha para romper o cerco ilegal de Israel e abrir um corredor humanitário marítimo.

 

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Retenções no Panamá

O ex-ministro Franklin Martins foi detido no Aeroporto Internacional de Tocumen, na Cidade do Panamá, na madrugada do dia 6 de março, enquanto realizava uma conexão para a Cidade da Guatemala, onde participaria de um seminário universitário.

Ao desembarcar no aeroporto, seu passaporte foi retido e ele foi submetido a um interrogatório. Após um tempo de espera, um agente informou que ele não poderia seguir viagem e que seria deportado para o Brasil. Franklin pediu que as autoridades panamenhas entrassem em contato com a Embaixada do Brasil ou permitissem que ele próprio ligasse, mas o pedido foi negado. Não houve explicações sobre os motivos da deportação.

Em outro episódio, o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, denunciou que, em 24 de fevereiro, sua mala diplomática teve uma abertura forçada, classificando o ato como uma violação direta do direito internacional.

Em um comunicado divulgado em seu canal oficial no Telegram, Caracas invocou o Artigo 27 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, que estabelece a inviolabilidade da mala diplomática e proíbe sua abertura ou retenção sob quaisquer circunstâncias.

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