Trump compartilha texto que coloca eleição brasileira como 'principal desafio' na América Latina
Publicação do Newsmax afirma que disputa no Brasil é 'a mais importante do hemisfério' e que país pode se juntar à 'lista de nações que se movem para direita'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou um artigo do Newsmax nesta terça-feira (23/06) na Truth Social que diz que a disputa presidencial no Brasil será o seu próximo desafio como a “potência política da região” e a “mais importante do hemisfério”.
O texto ressalta que ainda faltam quatro grandes desafios para o republicano, sendo Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. “A eleição já está gerando intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e se a disputa será conduzida de maneira considerada livre e justa por todos os lados”, diz um trecho do artigo.
“Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente”, segundo o texto compartilhado pelo republicano. “Caso o Brasil venha a se juntar à crescente lista de países que se movem para a direita, o mapa político da América Latina será drasticamente diferente do que era há apenas uma década”, diz o texto.
Sobre a eleição brasileira, também é citado no artigo que apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro estão se unindo em torno de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, na tentativa de destituir o presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva.
Além disso, a publicação também observa que a eleição do conservador Abelardo de la Espriella como presidente da Colômbia “representa mais do que uma simples mudança política em uma das nações mais problemáticas da América Latina”. Ou seja, se torna a oitava nação (El Salvador, Argentina, Equador, Honduras, Bolívia, Chile e Peru) latino-americana em sete anos a trocar uma liderança de esquerda por um governo de centro-direita assumidamente favorável a Trump.
Nesse contexto, as lideranças desses países integram o chamado Escudo das Américas, a coligação prevê que as Forças Armadas estadunidenses realizem operações conjuntas com as forças de segurança, militares e policiais desses países. É esperado que, se Keiko Fujimori, filha do ditador peruano Alberto Fujimori (1990-2000), vença as eleições presidenciais, assim como Espriella se juntem ao grupo.
























