Quinta-feira, 16 de abril de 2026
APOIE
Menu

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em coletiva na Casa Branca que é “mais popular do que qualquer outro político na Venezuela”, acrescentando que o governo entregou “100 milhões de barris de petróleo” após a operação militar que sequestrou o presidente Nicolás Maduro e a deputada e primeira-dama Cilia Flores em 3 de janeiro.

“Estou à frente de todos nas pesquisas na Venezuela. Quando eu terminar isto, poderei ir à Venezuela. Vou me candidatar à presidência”, disse o republicano nesta segunda-feira (06/04).

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Ele também disse que irá aprender espanhol “rapidamente”. “Não levará muito tempo. Sou bom com idiomas e irei para a Venezuela”, disse. No entanto, reiterou elogios à presidente interina, Delcy Rodríguez: “Estamos muito felizes com a presidente eleita que temos agora.”

O líder da Casa Branca comparou a situação venezuelana ao governo iraniano na guerra que, em conjunto com Israel, iniciou no Oriente Médio em 28 de fevereiro. Segundo ele, as lideranças de Teerã são “fanáticas”, comparando-as às de Caracas, e sugeriu que Teerã poderá ter um desfecho parecido.

Mais lidas

Descreveu o conflito contra o país bolivariano como tendo “terminado em 45 minutos” e vangloriou-se de que os Estados Unidos já haviam tomado centenas de milhões de barris de petróleo do país. “Temos um parceiro na Venezuela. Mais de 100 milhões de barris já estão em Houston“, pontuou Trump. Esse petróleo venezuelano “pagou, com sobra, essa guerra”, referiu-se à operação militar.

Embora o presidente dos EUA tenha se colocado à disposição para aprender a língua, no mês passado ele disse a líderes latino-americanos na cúpula inaugural do Escudo das Américas que não aprenderia um novo idioma.

Nos últimos meses, os Estados Unidos reduziram diversas sanções contra a Venezuela, especialmente as que atingiam o setor energético, assim como passaram a reconhecer Delcy Rodríguez como mandatária no país.