Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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O governo venezuelano rejeitou nesta segunda-feira (15/12) a decisão da União Europeia de prolongar suas sanções contra o país até janeiro de 2027, descrevendo tais medidas como “ilegítimas, ilegais e contraditórias ao direito internacional”. De acordo com Caracas, trata-se de uma “política externa errática” que reflete a “decadência política” do bloco europeu.

A decisão de Bruxelas, adotada pelos ministros das Relações Exteriores da UE durante uma reunião na Bélgica, foi justificada por supostas “ações persistentes que minam a democracia e o Estado de Direito” na Venezuela, citando as eleições presidenciais de julho de 2024.

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Em vigor desde novembro de 2017, atualmente a política de sanções afeta 69 autoridades do país caribenho, que estão sujeitas ao congelamento de ativos e proibições de viagem para o território europeu.

Segundo o Conselho da UE, o objetivo dos embargos é apoiar uma suposta “solução negociada e democrática para a crise na Venezuela” e alega não ter adotado medidas “que possam prejudicar o povo venezuelano ou sua economia”.

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O governo venezuelano rejeitou a decisão da União Europeia de prolongar as suas sanções contra o país até janeiro de 2027
Wikimedia Commons/MPD01605

Por outro lado, a Venezuela entende que as sanções europeias deterioraram significativamente as relações políticas e diplomáticas o país.

“Os líderes desse bloco escolheram, infelizmente, acelerar seu próprio declínio político, insistindo em uma linha de hostilidade estéril contra a Venezuela”, afirma o comunicado emitido por Caracas. “Eles confirmam a crescente irrelevância da União Europeia como um ator internacional capaz de agir com independência, racionalidade e respeito aos Estados soberanos”.

(*) Com Ansa e Telesur