Segunda-feira, 30 de março de 2026
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Venezuelanos tomaram as principais avenidas da capital venezuelana Caracas desde as primeiras horas desta segunda-feira (23/03) exigindo o fim imediato das sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos, a libertação do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, além de expressar apoio ao governo interino Delcy Rodríguez.

A marcha faz parte dos apelos feitos pela mandatária em exercício para reafirmar a unidade nacional e a defesa da soberania. No ato, o secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello, destacou que a retirada dessas medidas é essencial para a retomada plena dos serviços públicos, como hospitais e sistema elétrico.

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“Hoje saímos para acompanhar nosso povo (…) para enviar uma mensagem ao mundo de que as sanções devem ser suspensas na Venezuela”, declarou Cabello.

Inicialmente os manifestantes se concentraram na praça Morelos de Bellas Artes, e foram percorrendo as avenidas México e Universidade até chegar à praça de Caracas. De acordo com o vice-presidente de Mobilização do PSUV, Nahum Fernández, a marcha reafirmou a soberania nacional. Enfatizou ainda que a união do povo é essencial para consolidar o crescimento econômico no âmbito do Plano das 7 Transformações (7T).

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O povo venezuelano também expressou apoio à presidente interina Rodríguez, que assumiu o cargo após os atentados perpetrados pelos Estados Unidos contra o país, em 3 de janeiro. Para o PSUV, a gestão de Rodríguez representa a continuidade dos projetos sociais em meio a agressões externas

Além disso, a população denunciou o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, resultado da agressão norte-americana. Os manifestantes exigiram sua libertação imediata, descrevendo o ato de Washington como uma flagrante violação do direito internacional e da paz regional.

Por sua vez, a prefeita de Caracas, Carmen Meléndez, enfatizou que a resistência do povo venezuelano é fundamental na preservação da paz interna. Ainda segundo ela, a demanda pela retirada das sanções é feita diariamente, destacando que uma vez eliminadas, o país poderá acelerar o desenvolvimento nas esferas social e econômica.

“Aqui estamos em paz e preservamos a paz de nossa Pátria, mas queremos que essas sanções nos sejam retiradas”, enfatizou Meléndez.

(*) Com Telesur