Sexta-feira, 14 de agosto de 2026
APOIE
Menu

O Ministério do Comércio chinês anunciou, nesta quarta-feira (05/08), a imposição de novas sanções a seis empresas norte-americanas em resposta às restrições anteriormente impostas por Washington.

As empresas afetadas são: Applied DNA Sciences, Stratum Reservoir, Altana Technologies, Responsible Business Alliance, Verite Group e a organização Human Rights in China. Com isso, as autoridades asiáticas proibiram que organizações e indivíduos no país realizassem transações com essas empresas e participassem de atividades cooperativas ou similares.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

As sanções são em resposta às restrições adotadas por Washington contra 43 novas empresas chinesas que, segundo os EUA, utilizam trabalho forçado. O aumento das tensões ocorre em meio a rumores cada vez mais frequentes de uma possível nova guerra comercial entre as potências. As medidas afetaram organizações nos setores de alumínio, têxtil, cobre e algodão.

“Os trabalhadores americanos não devem ser prejudicados ou enganados por empresas estrangeiras que utilizam trabalho escravo”, afirmou o secretário do Departamento de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin.

Mais lidas

Ao mesmo tempo, Pequim enfatizou que as sanções norte-americanas violam o direito internacional e prejudicam a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento da China, acrescentando que o lado chinês está disposto a continuar o diálogo e as consultas com os Estados Unidos para resolver as preocupações de ambos os lados “com base no respeito mútuo, na igualdade e no benefício mútuo”.

O Ministério do Comércio da China condenou as novas restrições dos EUA, classificando-as como “um ato típico de unilateralismo e protecionismo”.

“O lado chinês tem se oposto consistentemente ao trabalho forçado, estabeleceu um sistema abrangente de leis e regulamentos trabalhistas e previne e combate firmemente essa prática. Em contraste, os EUA não só continuam se recusando a ratificar a Convenção de 1930 sobre Trabalho Forçado, como também exploram politicamente a questão do trabalho forçado há muito tempo”, afirmou.