Terça-feira, 3 de março de 2026
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A China reafirmou, nesta terça-feira (10/02), seu “apoio inabalável” a Cuba, em um momento crucial marcado por ameaças persistentes e sanções mais rigorosas impostas pelos Estados Unidos contra a nação latino-americana.

“A China, como antes, continuará a fornecer apoio e assistência a Cuba da melhor maneira possível”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, durante uma coletiva de imprensa.

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O representante asiático enfatizou o firme apoio de Pequim à ilha na defesa de sua soberania e segurança contra pressões externas. Lin condenou categoricamente a interferência dos EUA e descreveu como “atos desumanos” as medidas que, segundo Pequim, buscam privar o povo cubano de seus direitos fundamentais à sobrevivência e ao desenvolvimento.

“China continuará a fornecer apoio e assistência a Cuba da melhor maneira possível”, disse porta-voz
Ministério das Relações Exteriores
da República Popular da China

O diplomata lembrou que as relações entre Pequim e Havana sempre foram baseada em “confiança mútua e sincera”, e assim “permaneceram fortes”, apesar do contexto geopolítico da região latino-americana. Lin também destacou a “capacidade do povo cubano de resistir e enfrentar as dificuldades sem medo”.

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As declarações chinesas surgem após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar, em 29 de janeiro, uma ordem executiva declarando estado de emergência nacional devido a uma suposta “ameaça” cubana à sua segurança nacional. O documenton autorizou a imposição de tarifas sobre as importações de países que vendem ou fornecem petróleo a Cuba.

Por sua vez, o governo cubano denunciou veementemente o chamado “bloqueio energético”, alegando que os Estados Unidos estão tentando estrangular a economia da nação caribenha e tornar as condições de vida insuportáveis ​​para seu povo.

Washington mantém um embargo econômico, comercial e financeiro contra Cuba desde 1962. Segundo Havana, o principal objetivo dessa política é gerar descontentamento entre a população cubana e provocar uma crise social que, em última instância, levará a uma mudança de governo na ilha socialista.

(*) Com TeleSUR