Sexta-feira, 10 de julho de 2026
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As Forças Armadas de Taiwan retomaram as aulas patrióticas “anticomunistas” para graduados de suas academias militares após um hiato de 25 anos, informou a Reuters no domingo (05/07), citando o Ministério da Defesa da ilha.

Em comunicado, o ministério declarou que as aulas foram retomadas devido à alegada crescente ameaça de ação militar e infiltração por parte da China. Um alto funcionário também relatou um aumento na atividade naval chinesa.

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“É necessário que [os graduados] compreendam claramente as ameaças à segurança nacional e reconheçam a missão militar de ‘por que lutamos e por quem lutamos'”, disse o ministério em comunicado.

Autoridades de departamentos como o Conselho de Assuntos Continentais (responsável pela formulação de políticas para a China), o Conselho de Segurança Nacional, o Ministério da Justiça e o principal centro de estudos governamental, a Academia Sinica, ministrarão palestras aos graduados, informou o Ministério da Defesa de Taiwan.

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Segundo o relatório, durante grande parte do século XX, campanhas alertando sobre os perigos de supostos “bandidos comunistas” na China eram comuns em Taiwan. A educação formal “anticomunista” para graduados militares terminou em 2002 e foi renomeada para “educação patriótica”.

A China, assim como a grande maioria das nações, considera Taiwan, que é autogovernada desde 1949, como parte inalienável de seu território.