Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reafirmou nesta quinta-feira (22/01) seu apoio ao governo e ao povo venezuelano durante uma conversa telefônica com a presidente interina Delcy Rodríguez, reiterando sua “forte condenação à agressão militar dos EUA e ao sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa Cilia Flores”.

Por meio de suas redes sociais, Díaz-Canel revelou ter expressado a Rodríguez o desejo de Havana em fortalecer os laços de cooperação com Caracas, além de manifestar sua “solidariedade com a pátria de Bolívar e Chávez”.

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Por sua vez, a líder interina venezuelana presidente agradeceu ao presidente cubano pela mensagem, que também transmitiu suas condolências ao povo venezuelano pelas perdas de militares durante a agressão militar dos EUA.

Díaz-Canel revelou ter expressado a Rodríguez desejo de Havana em fortalecer laços de cooperação com Caracas
Miguel Díaz-Canel/X

“Ontem conversei com o presidente de Cuba, e a primeira coisa que ele me transmitiu foram suas sinceras condolências ao povo venezuelano, às famílias e aos amigos de nossos heróis e heroínas que morreram em combate no dia 3 de janeiro”, destacou Rodríguez.

A mandatária também lembrou que “32 heróis cubanos morreram pela Venezuela, pelo conceito de unidade. Para se sentirem filhos e filhas da grande pátria”. Entre as vítimas fatais da agressão militar norte-americana, morreram combatentes cubanos, os quais foram declarados pela Venezuela em 19 de janeiro como Heróis e Mártires.

Além disso, a presidente expressou sua gratidão pela ligação, observando que “a união em torno das causas justas da região serve como força motriz”. Ela também enfatizou que esse apoio “fortalece o espírito dos venezuelanos e reafirma o compromisso de avançar juntos na unidade dos povos da América Latina e do Caribe”.

Em 3 de janeiro, as forças militares dos EUA bombardearam Caracas, a capital venezuelana, e diversas áreas nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, deixando mais de 80 mortos e mais de 112 feridos . Durante a incursão ilegal, comandos da Força Delta dos EUA sequestraram o presidente Maduro e a primeira-dama Cilia Flores.

(*) Com TeleSUR