Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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Cuba rejeitou nesta terça-feira (17/12) as novas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Venezuela, que incluem um bloqueio naval a petroleiros e a designação do governo do presidente Nicolás Maduro como uma “organização terrorista estrangeira”.

Por meio de sua conta na plataforma X, o presidente Miguel Díaz-Canel rejeitou a medida anunciada por Donald Trump e expressou seu apoio a Caracas.

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“Apoiamos firmemente o presidente Nicolás Maduro, a Revolução Bolivariana e Chavista e sua União Popular-Militar. Endossamos integralmente a declaração emitida pelo governo venezuelano .”

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou que a medida dos EUA é uma “violação gravíssima do direito internacional e um aumento na escalada da agressão contra o Governo Bolivariano “.

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A declaração do governo cubano é uma resposta ao anúncio feito pelo presidente dos EUA, no qual ele declarou a Venezuela uma organização terrorista estrangeira e ordenou um bloqueio total e completo de todos os petroleiros que entram ou saem do país.

A medida, adotada seis dias após a apreensão de um navio tanque na costa venezuelana, aumenta significativamente a pressão de Washington sobre o governo do presidente Nicolás Maduro.

Os venezuelanos afirmam que, com essa medida, Donald Trump “pretende impor de maneira absolutamente irracional um suposto bloqueio naval militar” com o objetivo de roubar as riquezas minerais e naturais do país.

O governo de Nicolás Maduro afirma que a “verdadeira intenção ” do presidente dos EUA “sempre foi se apropriar do petróleo, das terras e dos minerais do país por meio de gigantescas campanhas de mentiras e manipulação”.

A este respeito, anunciou que procederia, em “estrita observância à Carta da ONU, ao pleno exercício de sua liberdade, jurisdição e soberania sobre essas ameaças belicistas” e que, imediatamente, seu embaixador junto à organização multilateral denunciaria “essa grave violação do direito internacional contra a Venezuela”.