Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
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Hoje, quinta-feira (15/01) Cuba vivenciará um dia de profundo simbolismo e luto nacional pela repatriação dos restos mortais de 32 combatentes que defenderam a Venezuela do ataque perpetrado pelos Estados Unidos, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro.

A cerimônia de boas-vindas será marcada por honras militares e pela presença do povo cubano, que se reunirá na Avenida Rancho Boyeros para homenagear aqueles que deram suas vidas em defesa da soberania venezuelana.

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A marcha solene até a sede do Ministério das Forças Armadas Revolucionárias (MINFAR) será o primeiro ato de homenagem popular, refletindo a união moral entre os povos de Cuba e da Venezuela diante da agressão imperial.

A partir das 10h (horário cubano), o público terá acesso ao MINFAR para se despedir dos combatentes, cujos restos mortais serão expostos em uma capela mortuária.

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Este gesto permitirá que milhares de cubanos expressem sua gratidão e respeito àqueles que personificaram o internacionalismo revolucionário, princípio que norteou a política externa da Revolução Cubana desde seus primórdios.

Homenagens fúnebres

Na sexta-feira (16/01) a capital será palco de um evento de grande porte na Tribuna Anti-Imperialista José Martí.

A partir das 7h30 da manhã, os moradores de Havana se reunirão para dar início à Marcha do Povo Combatente, reafirmando seu compromisso com a Pátria e a defesa da dignidade nacional.

Às 9h da manhã, cerimônias semelhantes serão realizadas em todas as províncias de onde eram originários os combatentes falecidos.

O dia culminará às 16h, quando os restos mortais dos combatentes serão sepultados nos panteões dos Caídos pela Defesa em suas respectivas localidades.

Cada município organizará eventos de homenagem póstuma, garantindo que a memória desses heróis permaneça viva nos corações das pessoas.

A Venezuela também entra na lista de homenageados

Da Venezuela, celebraram a promoção póstuma dos 32 combatentes ao posto militar.

Nesse sentido, em homenagem à memória dos combatentes, a Venezuela observará luto e respeito pelas almas dos internacionalistas que morreram em defesa da Pátria de Simón Bolívar.