Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
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Um tribunal em Tashkent, capital do Uzbequistão, impôs uma multa de 1,23 milhão de somes (cerca de RS$ 500) a um morador local que chamou a polícia para apresentar uma queixa contra o presidente dos EUA, Donald Trump, por supostamente ter sequestrado o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

Segundo a decisão, à qual a mídia teve acesso, o homem foi sancionado nos termos do Artigo 199 do Código de Responsabilidade Administrativa do Uzbequistão, que pune o fornecimento deliberado de informações falsas a serviços especializados.

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Segundo o processo, o homem, que estava embriagado, ligou para o Departamento de Assuntos Internos da Polícia de Tashkent e solicitou que sua queixa contra Trump fosse oficialmente aceita. Os policiais disseram a ele que deveria ir à delegacia mais próxima para registrar a queixa, mas ele nunca apareceu.

Na audiência judicial, o réu admitiu sua culpa e declarou que estava embriagado no momento da ligação, que não se lembrava do conteúdo exato da mensagem e que desconhecia as possíveis consequências de seus atos.

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Sequestro de Maduro

Sob o pretexto de combater o narcoterrorismo, os EUA lançaram uma grande agressão militar em território venezuelano em 3 de janeiro. A operação terminou com o sequestro de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

Caracas descreveu as ações de Washington como uma “agressão militar muito grave” e alertou que o objetivo dos ataques “não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela”.

Diversos países ao redor do mundo, incluindo a Rússia, condenaram as ações dos EUA. Moscou repudiou o ataque e declarou que a Venezuela deve ter o direito de decidir seu próprio destino sem qualquer tipo de intervenção externa.