Sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
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Os Estados Unidos interceptaram e sequestraram outro navio petroleiro, nesta sexta-feira (09/01), no Caribe, por realizar viagens à Venezuela, segundo informou o Comando Sul dos Estados Unidos (USSOUTHCOM, na sigla em inglês).

A embarcação, de nome “Olina”, abordada pela Guarda Costeira dos Estados Unidos perto de Trinidad e Tobago, operava sob a bandeira de Timor-Leste.

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Segundo o perfil do USSOUTHCOM na rede social X, a operação foi realizada com fuzileiros navais e marinheiros da Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, a partir do porta-aviões USS Gerald R. Ford, e com o apoio ao Departamento de Segurança Interna norte-americano.

Washington disse ainda que a ofensiva “envia uma mensagem clara de que não há refúgio seguro para criminosos” e que “se mantém firme em sua missão de defender a pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental”.

Abordagem foi feita a partir do USS Gerald dos EUA
Alyssa Joy/Marinha dos EUA

Por sua vez, Kristi Noem, secretária do Departamento de Segurança Interna dos EUA, denunciou — sem apresentar provas — que o navio faz parte da “frota fantasma suspeita de transportar petróleo sob embargo”, referindo-se ao bloqueio norte-americano ao combustível da Venezuela.

“As frotas fantasmas não escaparão da justiça. Elas não se esconderão sob falsas alegações de nacionalidade.
A Guarda Costeira apreenderá petroleiros sujeitos a sanções, fará cumprir as leis americanas e internacionais e eliminará essas fontes de financiamento para atividades ilícitas, incluindo o narcoterrorismo”, acrescentou, dizendo que os EUA “dominam o mar”.

Em dezembro passado, os EUA iniciaram um bloqueio naval parcial às exportações de petróleo venezuelano e, desde então, já apreenderam cinco petroleiros que tentavam comercializar o produto.

(*) Com Sputnik