Sábado, 31 de janeiro de 2026
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A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou na última sexta-feira (23/01) que 626 prisioneiros de Estado foram libertos desde o primeiro anúncio da medida em 8 de janeiro.

Durante o lançamento do Programa para a Coexistência e a Paz na Venezuela, juntamente com os dados, a líder venezuelana alertou sobre a existência de “setores antipolíticos que persistem em manipular a realidade com números”.

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Assim, Rodríguez anunciou que fará uma ligação telefônica na próxima segunda-feira (26/01) com o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk. “Vou pedir a ele que solicite ao seu gabinete a verificação da lista de pessoas libertadas da prisão na Venezuela“, disse.

“Isso teve um custo muito alto para nós, para as crianças, para os nossos jovens, para aqueles que tiveram de sofrer o horror de uma agressão externa”, observou a chefe de Estado interina, enfatizando que “é preciso haver responsabilidade no exercício da política”.

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“Parem de mentir para o nosso povo através de algoritmos e redes sociais que buscam semear violência, ódio e morte”, instou.

Rodríguez disse ser indignante o fato de “alguém parabenizar a agressão armada de 3 de janeiro contra a Venezuela”
@Miraflores

Ela enfatizou que “um algoritmo de morte vende mais do que a vida” e insistiu na “responsabilidade de isolar os setores antipolíticos que levaram ao extremismo e ao fascismo, que aplaudem as agressões militares contra o país, as invasões contra a Venezuela e o bloqueio contra o país”.

“Nosso trabalho deve ser muito árduo, por meio da cultura, da educação e da mídia”, observou ela.

Assim, pediu que a “identidade venezuelana seja olhada a partir de uma perspectiva pluralista”, de modo que “para aqueles de nós que pensam diferente, mas estamos unidos pela consolidação de uma democracia participativa desde a base e pelo amor à paz e ao futuro da Venezuela”.

Rodríguez disse ainda ser indignante o fato de “alguém parabenizar a agressão armada de 3 de janeiro contra a Venezuela”, na qual o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira combatente Cilia Flores foram sequestrados pelos Estados Unidos. A ofensiva também promoveu a morte de 100 civis e militares venezuelanos, juntamente com 32 cubanos.

(*) Com TeleSUR