Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
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O Governo Bolivariano da Venezuela negou categoricamente, no domingo (18/01), as notícias veiculadas pela imprensa e pelas redes sociais sobre supostas conversas secretas e conspiratórias entre os EUA e o Ministro do Interior, Justiça e Paz, Diosdado Cabello, antes da agressão militar e do sequestro do Presidente Nicolás Maduro e da Primeira Combatente Cilia Flores, em 3 de janeiro.

“Negamos categoricamente as informações maliciosas publicadas nas redes sociais sobre supostas conversas secretas de conspiração, que buscam dividir o alto comando político do país e visam minar o prestígio e a integridade revolucionária de Diosdado Cabello”, publicou o perfil oficial do Miraflores al Momento no X.

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Da mesma forma, o Executivo venezuelano negou categoricamente outra notícia falsa maliciosa sobre uma suposta condecoração de agentes de inteligência estrangeiros.

A presidente interina Delcy Rodríguez, que desde sua posse tem afirmado que o governo está seguindo o curso de ação estabelecido pelo presidente constitucional Nicolás Maduro, pediu união nacional e declarou que “a maior vitória do inimigo seria nos dividir, mas eles não terão sucesso”.

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“A Venezuela está vivendo um ‘momento de resistência’ que exige paciência, prudência estratégica e objetivos claros. Entre eles, ele destacou três prioridades: preservar a paz da República, resgatar o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama, deputada Cilia Flores, e garantir que a Revolução Bolivariana mantenha o poder político para defender o povo”, disse ele em um discurso no início desta semana.