Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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A República Bolivariana da Venezuela prestou homenagem aos 32 combatentes cubanos que perderam a vida em consequência do ataque criminoso por parte dos Estados Unidos na madrugada de 3 de janeiro. Eles cumpriam dever em missões de cooperação e defesa no território venezuelano.

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Segundo o comunicado publicado, o povo e o governo venezuelano expressam solidariedade ao governo cubano e agradecem ao presidente Miguel Díaz-Canel e ao general Raúl Castro Ruz pelo acompanhamento. O sacrifício, diz o texto, fortalece os laços de “irmandade, soberania e luta compartilhada entre as nações”.

As vítimas eram integrantes das Forças Armadas Revolucionárias e de órgãos de inteligência cubanos que cumpriam missões oficiais a pedido do governo venezuelano, incluindo a proteção direta do presidente e outras funções no país.

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Cuba decreta luto nacional

Ao decretar dois dias de luto nacional em Cuba, o presidente cubano Díaz-Canel prestou homenagem aos militares mortos. “‘Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que caíram enfrentando terroristas em uniforme imperial’, disse Díaz-Canel, referindo-se às forças dos EUA que ‘sequestraram e retiraram ilegalmente’ Maduro. ‘Eles ajudavam a proteger a vida do presidente venezuelano a pedido dessa nação irmã’, completou.”

O luto nacional em Cuba começou às 6h desta segunda-feira (05/01) e se estenderá até a meia-noite de terça (06/01). Nesse período, a bandeira nacional deve ficar a meio mastro em edifícios públicos e instituições militares.

O governo venezuelano ainda não divulgou um balanço oficial de vítimas. No entanto, uma autoridade do país, sob anonimato, disse ao New York Times que pelo menos 80 pessoas — entre civis e militares — teriam morrido durante a resistência ao ataque.