Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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O juiz do tribunal federal de Nova York concordou em adiar a próxima audiência no caso contra o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, para 22 de julho, devido a complicações logísticas e de segurança relacionadas à transferência deles para o tribunal.

O juiz federal Alvin K. Hellerstein, responsável pelo caso no Tribunal Distrital do Sul de Nova York, recebeu o pedido nesta terça-feira (16/06), a audiência inicial foi marcada para 30 de junho.

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Na documentação, assinada pelo procurador federal Jay Clayton e apresentada com a autorização da defesa, ambas as partes argumentam que é essencial alterar a data para evitar “problemas de agendamento e logística relacionados ao fornecimento de transporte seguro e medidas de segurança “.

Além disso, o Governo solicitou que o período de 30 de junho a 22 de julho fosse excluído dos prazos estabelecidos pela Lei de Julgamento Acelerado. A acusação argumenta que o tempo adicional permitirá que continuem fornecendo provas à defesa e dará aos advogados a oportunidade de examinar o material e determinar quais moções apresentarão antes do julgamento.

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Nicolás Maduro Moros e Cilia Flores foram sequestrados em Caracas durante uma operação militar dos EUA no início de janeiro e enviados para Nova York. Eles estão detidos há mais de 160 dias no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, Ambos se declararam inocentes das acusações de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção que enfrentam.

Nos últimos meses, o processo tem sido caracterizado por uma série de disputas processuais, nas audiências recentes, a atenção se concentrou principalmente em saber se a Venezuela tinha condições de arcar com os honorários advocatícios e nos esforços dos advogados para que o caso fosse arquivado, bem como no acesso às provas.

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